Empresa afirma ter aumentado número de caminhões-pipa para atendimento emergencial: são 30 (Sabesp/ Divulgação) Em resposta à falta d’água que há oito dias afeta Vicente de Carvalho, em Guarujá, representantes da Sabesp levaram medidas “de curto, médio e longo prazos” e custo total de R\$ 1,45 bilhão para resolver o desabastecimento no distrito. Houve reunião para tratar do assunto no Paço Municipal Moacir dos Santos Filho, na tarde desta sexta-feira (4), entre o prefeito Farid Madi (Pode), a diretora de Operações da Sabesp, Débora Longo, e vereadores. O encontro se deu no gabinete de crise aberto pela Administração em busca de soluções para o problema. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Uma das medidas foi o aumento no número de caminhões-pipa para abastecer, de forma emergencial, escolas, unidades de saúde e residências com caixa d’água. Eram 16 até quarta-feira, 26 na quinta e 30 ontem, de acordo com a empresa. Ainda assim, conforme a Prefeitura, 15 mil pessoas estão sem água no distrito. A outra ação mais próxima para amenizar dificuldades será a entrada em operação, prevista para maio, do reservatório construído em Morrinhos. São investidos R\$ 38 milhões para elevar em 10 milhões de litros a capacidade de abastecimento em Vicente de Carvalho. Outros projetos para reforçar o fornecimento de água consistem em uma subadutora entre Santos e Guarujá, situada no distrito, que deve ficar pronta em julho de 2026. Haverá outros três reservatórios até dezembro de 2027, segundo a Sabesp: no Tombo, em Pernambuco e na estação Jurubatuba. Também estão entre as possíveis soluções uma nova rede para captação na bacia de Trindade, com mais 40 litros de água por segundo e 60% concluída, e um estudo: o uso de água de Itatinga, em Bertioga, para mais mil litros por segundo em Guarujá. Atendem-se escolas, unidades de saúde e residências com caixa d’água; para maio, novo reservatório (Sabesp/ Divulgação)