<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.434504" attr-version="policy:1.434504:1726618920" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.434504/Design sem nome (91).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Manifestantes que estavam vestidos com camisetas pretas passaram por diversos pontos de Guarujá (Reprodução)</span></p> <p paraeid="{6ea49ba7-9f65-4464-a307-4287f46c18b4}{189}" paraid="1139727881" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Professores, servidores e representantes do Sindicato dos Professores (</span>Siproem) fizeram uma manifestação na tarde desta terça-feira (17) em <a href="https://www.atribuna.com.br/cidades/guaruja">Guarujá</a>, Litoral de São Paulo, em apoio à professora agredida na Cidade. Nas imagens obtidas por <strong>A Tribuna</strong> é possível ver uma grande quantidade de manifestantes, que estãos vestidos com camisetas pretas, presentes no protesto.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{86fbf7db-a691-4d21-8189-fb0f35eeb212}{125}" paraid="1821194598" xml:lang="PT-BR"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a></p> <p paraeid="{86fbf7db-a691-4d21-8189-fb0f35eeb212}{125}" paraid="1821194598" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A professora</span> de 39 anos foi<a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/policia/professora-e-brutalmente-agredida-com-socos-na-cabeca-por-m-e-de-estudante-no-litoral-de-sp-1.433729"> brutalmente agredida com socos e golpes na cabeça</a> pela mãe de uma aluna do 2º ano da Escola Municipal Valéria Cristina Vieira da Cruz Silva, no Bairro Morrinhos, numa rua próxima da unidade na tarde do dia 10 de setembro. Ela estava no ponto de ônibus quando, pelas costas, a mulher iniciou as agressões. A profissional foi afastada do cargo por recomendação médica.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{bb59645b-6edc-4c62-bffe-a95bc338328b}{71}" paraid="2092981406" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Prefeitura de Guarujá disse que apoia à mobilização organizada pelo </span>Siproem e pelos servidores. A caminhada começou no Paço Municipal Moacir dos Santos Filho e terminou na Câmara Municipal. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{e3cc30eb-bf8c-4bfc-b53e-e060b61d9873}{78}" paraid="1449273032" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A </span>Administração Municipal disse que em solidariedade à professora agredida, presta todo o apoio à manifestação ‘Paz, respeito e segurança no ambiente de trabalho’. A<span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">inda informou que disponibiliza</span> acompanhamento psicológico e que agilizou o encaminhamento a otorrinolaringologista para a servidora, já agendado para esta semana.</p> </div> <div style="clear:both;"> <div attr-cid="policy:1.434532" attr-version="policy:1.434532:1726655122" class="p-smartmidiabox"><span class="icon">-</span><span class="text"><a class="p-smartembed" data-onecms-id="policy:1.434532" data-onecms-type="article" href="javascript:window.parent.actionEventData({\$contentId:'1.434532', \$action:'view', \$target:'work'})" polopoly:contentid="policy:1.434532">Professores manifestação Guarujá (1.434532)</a></span></div> <p paraeid="{6d174ad9-944b-4ce1-8bae-3548e64246c3}{146}" paraid="310510296" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Secretaria de Educação (</span>Seduc) dispensou os educadores do período vespertino para participarem da manifestação. Porém isso, não se aplicou aos turnos matutino e noturno. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{87b805ac-3500-4438-94e7-99f516907afa}{187}" paraid="645667687" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Prefeitura também disse que repudia qualquer tipo de violência</span>. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{8cfab5a9-1e1f-4ca5-b174-a5afb496ec82}{103}" paraid="1195315227" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"><strong>A Tribuna</strong> entrou em contato com Sindicato, porém não houve </span>retorno.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{e44bfbaa-02ec-4b06-8f96-2f78d199112b}{91}" paraid="749313962" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">As agressões</span></strong><br /> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Tudo aconteceu após o <a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/policia/professora-brutalmente-agredida-por-m-e-de-estudante-no-litoral-de-sp-n-o-deve-mais-dar-aulas-1.433865">término do expediente</a>. Nas redes sociais, a vítima expôs o caso citando ter vivido o dia ‘mais terrível’ de sua vida em 10 anos de magistério, como professora. “Depois de um dia de trabalho árduo, ao sair da escola, fui brutalmente agredida por uma mãe de aluno”, relatou.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{19}" paraid="1673929592" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo a vítima, a agressora a atacou com socos, chutes e puxões de cabelo. A profissional relembrou ter gritado por socorro, mas não foi ouvida. Conforme apurado por <strong>A Tribuna</strong>, outras mães de estudantes da unidade apartaram as agressões e socorreram a professora.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{52}" paraid="354527924" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">“Consegui me levantar. Desesperada, corri em busca de ajuda. Com o rosto ensanguentado, voltei para escola e pedi socorro. Minha cabeça latejava de </span>tanto socos e batidas contra o chão. Pedi a Deus para me salvar, rezei, sozinha tentei entender o porquê de tudo isso. Mas não há explicação para algo tão brutal e cruel”, publicou a professora. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{110}" paraid="2073107367" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ainda</span> conforme a Prefeitura, a servidora pediu ajuda à diretora da escola, que imediatamente informou o ocorrido à Seduc, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Guarujá. A educadora foi atendida e afastada por recomendação médica, além de ser encaminhada para registrar um boletim de ocorrência.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{150}" paraid="1176211466" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Durante</span> as investigações, a Seduc destacou fornecer todo o apoio necessário à servidora, além da comunidade escolar, por meio da disponibilização de acompanhamento psicológico e demais profissionais da equipe multidisciplinar, composta por assistentes sociais, psicopedagogos e fonoaudiólogos.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{184}" paraid="522866415" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ainda</span> segundo a Prefeitura, a Seduc abriu um processo interno para avaliar se há outras medidas cabíveis à Administração Municipal. A Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP) divulgou que o caso foi registrado como lesão corporal, injúria e ameaça no 1º Distrito Policial (DP) de Guarujá.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{9406d4da-b937-4a34-b04a-e9b8fd52b46a}{203}" paraid="1627744229" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A vítima informou à Polícia Civil que foi agredida e ameaçada por uma mãe de um aluno. A </span>SSP reforçou que a professora foi orientada quanto ao prazo para oferecer a representação criminal, necessária de acordo com a lei, por se tratar de crime de ação penal condicionada.</p> </div>