O novo radar de Guarujá foi instalado no km 5,6 da rodovia SP-061 e passou a funcionar no dia 3 de março (Divulgação) O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP) colocou em operação um novo radar em Guarujá, no litoral de São Paulo. O equipamento está instalado no km 5,6 da rodovia SP-061 e passou a funcionar no dia 3 de março. No trecho, a velocidade máxima permitida é de 40 km/h. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A implantação do radar visa contribuir para a redução de acidentes na rodovia da cidade da Baixada Santista, já que a presença desse tipo de dispositivo costuma incentivar os motoristas a respeitar o limite de velocidade. Com isso, há melhora no tempo de reação dos condutores e diminuição da gravidade dos impactos em caso de colisões, conforme explica o DER-SP. Segundo o departamento, a escolha do local para instalação do radar foi feita a partir de um mapeamento técnico, que avaliou diferentes fatores de risco. Entre eles estão os índices de acidentes, o histórico de excesso de velocidade, as características geométricas da via, a presença de pontos críticos e áreas com travessia de fauna. “O DER-SP informa que há apenas um radar em funcionamento no município de Guarujá, localizado no km 5,6 da SP-061, com velocidade máxima de 40 km/h”, destaca o departamento, em nota. Radares instalados nas rodovias Os equipamentos em processo de implantação nas rodovias administradas pelo DER-SP utilizam dois tipos de tecnologia: o radar Fixo-Redutor e o radar Fixo-Controlador. De acordo com o departamento, o modelo Fixo-Redutor será aplicado principalmente em áreas com maior adensamento urbano, onde há presença significativa de pedestres e ciclistas. “Esse tipo de radar conta com um display que exibe a velocidade dos veículos no momento da passagem. Já o radar Fixo-Controlador será utilizado em trechos rurais, onde os limites de velocidade são mais elevados, e não possui display. Ambos operam com tecnologia de laço indutivo, instalada de forma fixa sob o pavimento da via, e não utilizam o sistema Doppler (modelo popularmente conhecido como radar ‘antimigué’)”, explica o DER.