O Aeroporto de Guarujá teve ordem de serviço assinada para garantir sua homologação e a segurança nos pousos e decolagens (Vanessa Rodrigues/ AT/ Arquivo) A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, assinou a ordem de serviço para o início das atualizações dos planos de proteção aérea do local. É medida obrigatória para garantir a segurança das operações de pouso e decolagem e viabilizar a homologação do aeroporto. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O prefeito Farid Madi (Pode) assinou o documento no dia 22, na Base Aérea de Santos com secretários municipais, vereadores, representantes da Infraero, da Aeronáutica e da empresa Surface Engenharia e Topografia Ltda., que fará os estudos. O contrato com a Surface foi firmado no dia 8, após concorrência pública eletrônica. Avaliado em pouco mais de R\$ 1,8 milhão, o acordo tem duração de um ano e dois meses. A empresa está responsável pela elaboração do Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA) e do Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação Aérea (PZPANA), documentos essenciais para liberar o funcionamento do terminal e o início dos voos comerciais. Após a conclusão dos estudos, o aeroporto poderá ser homologado para operar comercialmente. Segundo a Prefeitura, o terminal de passageiros, para até 24 pessoas ao mesmo tempo, deve ser entregue em agosto, e os primeiros voos estão previstos para 2027. Estudo O sistema de zoneamento aéreo, já com um estudo preliminar, será atualizado com base em referências existentes ao redor do aeroporto, como prédios, antenas, casas, árvores e muros. O processo seguirá exigências do Departamento de Controle do Espaço Aéreo e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Com as novas definições, Guarujá precisará adaptar o desenvolvimento urbano à altitude estabelecida para a operação aérea. Por exemplo, na construção civil. Estrutura O terminal terá estrutura modular com 21 peças e está orçado em R\$ 2,7 milhões. Somadas, a primeira e a segunda fases do aeroporto têm investimento federal de R\$ 26,8 milhões. O aeroporto deverá operar inicialmente com aviões da categoria 2B, com até 50 passageiros por voo.