De maquetes a cartões postais e fotografias: público pode visitar (Tatiana Macedo/Divulgação) Um espaço que reúne a identidade da Cidade. Após cerca de nove meses fechado, o Museu da História de Guarujá voltou a abrir as portas ao público, na Avenida Deputado Emílio Carlos, 39, no bairro Vila Maia. O Museu foi criado pelo Centro de Documentação e Memória (Cedom) da Cidade, em 2022. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O acervo atual, que conta com maquetes, cartões postais antigos, fotografias, coleções de bustos, aquarelas, entre outros objetos da cultura caiçara, estará em exposição até o final de junho de 2027. “Conseguimos sempre ampliar o acervo através de doações ou até mesmo com a aquisição de algumas peças, por campanhas”, conta Enrique Dias, historiador, escritor e diretor-presidente do Cedom. “Este ano, estamos contando com parte do acervo do Padre Domênico Rangoni, com a batina e outros itens pessoais dele, que é conhecido por realizar projetos sociais aqui na Cidade”. O objetivo é convidar todos a uma volta no tempo. “A prioridade é o resgate, a preservação e a exposição da história de Guarujá e, por consequência, da Ilha de Santo Amaro e sua população”. Rafael Vitiello O público poderá conferir ainda uma coleção de objetos do acervo do ex-prefeito Rafael Vitiello, que governou a Cidade de março de 1973 a março de 1977. Também estão expostos documentos, livros raros e peças do acervo do próprio Cedom, como xícaras de um evento muito popular na década de 50 na Cidade: o Festival da Banana. “O Município era o maior exportador da fruta do Brasil na época. Vários sítios de banana, acabaram se transformando em bairros, como, por exemplo, Itapema, Paikará, Morrinhos, Cachoeirinha, Perequê, Pernambuco”. Interessados podem visitar o museu de terça a sábado, das 10h às 18h, e aos domingos, das 9h às 13 horas.