[[legacy_image_304362]] “Quando soube que algo explodiu, já pensei o pior. Graças a Deus, tudo ficou bem “. Quem diz isso é a técnica em secretariado Telma do Socorro de Oliveira Sátiro, que agora respira aliviada com a alta do companheiro Lenilton Braz de Souza, de 44 anos, que ficou ferido na explosão ocorrida em uma fábrica de gelo em Guarujá, litoral de São Paulo, neste sábado (14). Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Um cilindro de gás para refrigeração R-22 provocou uma explosão ambiental no estabelecimento. Cinco pessoas ficaram feridas e foram socorridas para unidades de saúde da Cidade. Uma delas, a mais grave, era Lenilton, que teve um estilhaço fixado na cabeça. A companheira contou para a TV Tribuna que, com a explosão, ele foi arremessado, bateu a cabeça e desmaiou. No entanto, quando foi socorrido pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), já estava consciente. Lenilton trabalha na fábrica desde 2005, realizando entregas, atendendo clientes e gerenciando outras demandas do local. Telma fala que quando soube do que tinha acontecido, ficou apreensiva. “Estava em casa tomando café, quando minha irmã me avisou que tinha acontecido essa explosão. Logo fomos para o Pronto-Socorro do Perequê, mas ele já tinha sido transferido para o (Hospital) Santo Amaro. Agora estou mais aliviada, mas me deu um nervoso. Quando a gente houve que é explosão, já sabe que nada de bom acontece. Aí você vê a pessoa se despedir de manhã para ir trabalhar e depois tem uma notícia dessa, é algo que a gente não espera. Agora gradeço por ele estar bem.” Lenilton foi atendido pelas equipes do Hospital Santo Amaro (HSA) e recebeu alta ainda na noite deste sábado (14). Ele chegou a levar quatro pontos na cabeça e sofreu escoriações na coxa esquerda e barriga. “Agora temos que aguardar a perícia para saber ao certo o que ocorreu lá dentro”, relata Telma. Quem também está aliviado com a recuperação de Lenilton é o irmão dele, João Braz de Souza. Em entrevista para a TV Tribuna, João disse que quando viu ambulâncias e bombeiros na fábrica, foi se informar sobre o que tinha acontecido e se deparou com o irmão sendo socorrido. “Na hora eu levei um susto, pois também sou cardíaco, mas vi que ele estava consciente. O importante agora é que está tudo bem”, afirma João. As causas do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades