Infraero realiza intervenções estruturais no Aeródromo Civil Metropolitano de Guarujá

Na última segunda-feira (29), foram concluídas as manutenções do farol rotativo e da biruta

Por: Por ATribuna.com.br  -  03/07/20  -  01:33
Abertura da concorrência pública que foi suspensa nesta sexta-feira (6)
Abertura da concorrência pública que foi suspensa nesta sexta-feira (6)   Foto: Carlos Nogueira

A Infraero deu início, nesta semana, as obras para a melhoria da estrutura do Aeródromo Civil Metropolitano de Guarujá. Os trabalhos são fruto um contrato firmado entre o órgão a a prefeitura, e visam colocar o espaço em pleno funcionamento.


Na última segunda-feira (29), foram concluídas as manutenções do farol rotativo e da biruta. A concessionária já havia feito o serviço de roçada na lateral da pista principal, de taxiamento e no pátio de aeronaves.


O próximo passo será a manutenção da alimentação do balizamento luminoso e suas bases, visando o funcionamento do aeródromo também no período da noite. Em seguida, será necessário colocar em testes o sistema de geradores de energia, que deve garantir o restabelecimento da comunicação e mantendo a operação normal, mesmo diante de uma queda de energia elétrica.


Em conjunto, também está sendo providenciado o registro do aeródromo junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e estão sendo feitas as consultas prévias para licenciamento ambiental por meio da Companhia de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Cetesb).


Acordo


O aeródromo fica sob controle do município e com a gestão e operação aos cuidados da Infraero, que será uma prestadora de serviços pelos próximos 12 meses. As tratativas entre Prefeitura e a empresa pública nacional começaram no início deste ano. A Infraero administra, atualmente, 55 aeroportos em todo o Brasil.


O acordo prevê três etapas para colocar o aeródromo em funcionamento. A primeira, que está em andamento, consiste em registrar o espaço junto à Anac e as obras de recuperação da pista, para colocá-la em condições de receber os primeiros voos. Na segunda fase, será viável a operação de jatos particulares e voos executivos. Nesse período, também será solicitada uma licença para operação de aeronaves de médio porte, como os aviões modelo ATR.


Já na terceira etapa, a Prefeitura e a Infraero buscarão recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) para concretizar a operação comercial no local, com a construção de um terminal de passageiros, novos hangares e demais estruturas físicas, possibilitando a implantação de voos comerciais com grandes aeronaves como Airbus 319 e Boeing 737, para os principais destinos do Brasil.


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