[[legacy_image_262614]] A Câmara de Guarujá aprovou na noite desta terça-feira (25), em segunda votação, o aumento de 17 para 21 vereadores na Casa a partir de 2025, quando começará a próxima legislatura. Resta apenas o prefeito Desta vez, houve 12 votos favoráveis e três contrários. Resta sanção do prefeito Válter Suman (PSDB). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O sim já havia vencido na primeira votação, há duas semanas, mas por 13 a 3. O presidente Edmar Lima dos Santos, o Juninho Eroso (PP), não vota. O placar só não se repetiu porque o vereador Toninho Salgado (PSD) estava ausente na sessão desta sexta-feira em razão de internação da filha. O projeto, de emenda à Lei Orgânica do Município, é da vereadora Sirana Bosonkian (PTB). “O dinheiro da Casa vai ser gasto com vereador que vai ajudar o povo. Vamos ter mais amor à Cidade. Ajude o vereador a ajudar o seu vizinho que precisa”, afirma. GastosO maior número de cadeiras representará algo em torno de R\$ 2,3 milhões por ano em salários. Cada vereador tem remuneração bruta de R\$ 11.529,00 e direito a quatro assessores, com vencimentos individuais de R\$ 9.128,00. Na votação anterior, Sirana havia evocado a fatia do Orçamento Municipal destinada à Câmara, definida anualmente. Há, também, devolução de recursos. “Cinco por cento vêm para a Câmara. É lei federal. Já temos 23 gabinetes prontos na Casa. Nem terá obra para gastar. (...) Mas o dinheiro é da Câmara. Vamos devolver para a Prefeitura, mas temos que usar aqui”. Contrários e ironiaOs três vereadores que votaram contra o aumento do número de cadeiras foram os mesmos da primeira ocasião: Raphael Vitiello (PSD), Anderson Figueira (Pode) e Wagner dos Santos Venuto, o Waguinho Fé em Deus (União). “Mantenho minha posição porque entendo não ser benéfico. Se a nossa cidade funcionasse bem em diversos setores, poderíamos até discutir melhor, mas, na atual realidade, não entendo ser cabível”, ressaltou Figueira. Sirana Bosonkian respondeu com ironia à oposição. “Será que os que votaram contra vão renunciar se forem contemplados? Não vão aceitar ser vereadores? Que legal votar contra e usufruir disso. É hipocrisia”. Resta sanção do prefeito Válter Suman (PSDB).