[[legacy_image_78161]] O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSB), assinou, na última quinta-feira (8), o Decreto n° 14.380, que desqualifica a organização social (OS) Pró Vida como prestadora de serviços para a área da saúde no Município. Essa medida foi tomada pela Administração Municipal pelo fato de a instituição não ter cumprido o que estava previsto no contrato de gestão. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A OS era responsável por gerir 15 unidades de Saúde da Família (Usafas) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rodoviária, mas, em 11 de março deste ano, a entidade foi afastada e um conselho interventor nomeado pelo Executivo passou a comandar esses equipamentos municipais. Segundo a Prefeitura, foram verificadas falhas no atendimento aos pacientes e outras inconformidades, como o atraso no pagamento de salários e de fornecedores, problemas na prestação de contas, não atendimento de notificações emitidas pela Secretaria de Saúde e não comprovação de depósito de valores para o provisionamento de rescisão de ex-funcionários. O advogado André Guerato, que representa o presidente da Pró Vida, Wellington da Silva Pinto, rebateu o posicionamento da Administração Municipal. “Muito curioso que o Governo Suman aponte o dedo para alguém, quando todos já perceberam que o maior problema é ele próprio”, afirmou. No primeiro semestre deste ano, a Câmara recebeu denúncias de possíveis infrações político-administrativas cometidas pelo prefeito no contrato relacionado à OS, como admissão de trabalhadores por indicações diretas do chefe do Executivo e a existência de funcionários fantasmas - uma delas seria parente do socialista. Os casos foram arquivados pelo Legislativo. Suman nega as acusações.