[[legacy_image_183019]] O ex-presidente Michel Temer (MDB) vê com otimismo o apoio do PSDB à pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à presidência. O anúncio ocorreu na quinta-feira (9), após decisão da Executiva Nacional tucana. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Temer participou, sexta-feira (10), do painel Uma Pauta para o Futuro, do 5º Conexidades - Encontro Nacional de Parceiros Públicos & Privados, que termina neste sábado em Guarujá. “Simone é uma grande candidata. Tem uma tendência enorme de crescer, agora com apoio do PSDB. A tendência é pelo crescimento. Vamos esperar. Tem muito tempo pela frente”, afirmou. Ele prega, ainda, harmonia entre os poderes. Na terça-feira (7), o presiente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que “foi do tempo em que ‘decisão do Supremo não se discute, se cumpre’”. “Quando eu vejo falta de harmonia, falta de diálogo, uma desarmonia entre os poderes, está havendo uma desobediência à vontade primeira, que é do povo. Você não pode ter divergência de ideias? Pode e deve. o Brasil é um Estado democrático. O embate de ideias é fundamental.” Para Temer, a escolha dos eleitores deve ser calcada em projetos, não em candidaturas. “É interesante quando as divergências, mesmo acentuadas, não são em torno de projetos. Existem candidaturas. O que devemos dizer é: ‘Votem em projeto’. Perdemos esse hábito”, avalia. Ele sugere, ainda, um “gesto de pacificação” por parte de quem for eleito em outubro. “Chamar, além da oposição, governadores eleitos de todos os estados, presidentes dos poderes, entidades da sociedade civil. Um grande pacto pela reconstrução do País”, defende. Emprego e desenvolvimento“O emprego é uma forma de combater a fome. Fora as medidas assistenciais, como o Auxílio Brasil agora. Ele precisa existir. durante um certo tempo. Mas não pode ser para sempre. Não se pode olhar o Brasil, daqui a 20 anos, com o Auxílio Brasil. Que não seja mais necessário. Isso é desenvolvimento”, comentou. Temer defendeu, ainda, a autonomia dos municípios. “Para a União ir bem, é indispensável que os municípios caminhem bem. Sempre sustentei que os municípios têm que ter suas leis orgânicas próprias, por conta de peculiaridades locais.” O ex-presidente, que ocupou o cargo entre 2016 e 2018, acredita que a geração de empregos é o principal instrumento de combate à pobreza. “O emprego é uma forma de combater a fome. Fora as medidas assistenciais, como o Auxílio Brasil agora. Ele precisa existir. durante um certo tempo. Mas não pode ser para sempre. Não se pode olhar o Brasil, daqui a 20 anos, com o Auxílio Brasil. Que não seja mais necessário. Isso é desenvolvimento”, comentou.