[[legacy_image_29753]] A Câmara de Guarujá rejeitou, nesta terça-feira (16), duas denúncias que tinham como alvo principal o prefeito Válter Suman (PSB). Uma delas é de autoria do presidente municipal do Pode, Edilson Magaiver. A outra, de Almir Matias da Silva, que, no último fim de semana, fez várias acusações contra o chefe do Executivo em uma live nas redes sociais. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Os documentos trouxeram o relato de supostas irregularidades relacionadas à organização social (OS) Pró-Vida e à Administração Municipal. Essa entidade era a responsável pela gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rodoviária e das 15 Unidades de Saúde da Família (Usafas) do Município até a última sexta-feira (12), quando o Executivo decidiu afastar a OS, após uma recomendação do Ministério Público de São Paulo. A contratação de trabalhadores por indicações diretas do chefe do Executivo, a existência de funcionários fantasmas – uma delas seria a nora de Suman – e o uso de imóveis e veículos de Almir ou de empresas dele por agentes públicos são algumas das supostas infrações político-administrativas apontadas. Uma terceira denúncia de conteúdo semelhante será lida somente na sessão da próxima semana. Ela é assinada por seis advogados, dois deles disputaram a Prefeitura de Guarujá no ano passado: Rodrigo Barboza (Republicanos) e Sergio Zagarino Júnior (DC). Conforme apurado pela Reportagem, é muito provável que as supostas irregularidades apontadas sejam apuradas por outros órgãos de fiscalização, como o Ministério Público de São Paulo. Respostas A OS Pró-Vida explicou que não expedirá nenhuma manifestação acerca do tema até que o corpo jurídico tenha analisado as denúncias na íntegra. Ela também não respondeu qual é a ligação do denunciante Almir Matias da Silva com a entidade. Com base nos documentos apresentados aos vereadores, a Reportagem enviou uma série de questionamentos à Prefeitura. Porém, ela se resumiu a dizer que a denúncia era um assunto relacionado à Câmara e que não “tem informações sobre o conteúdo do documento enviado ao Legislativo Municipal”.