[[legacy_image_177328]] A Comissão Processante da Câmara dos Vereadores de Guarujá, que analisa um pedido de impeachment contra o prefeito afastado Válter Suman (PSDB), decidiu por prosseguir com o processo de cassação após analisar a defesa apresentada pelo chefe do Executivo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A Câmara dos Vereadores de Guarujá informou que a comissão entendeu que a defesa não apresentou "elementos suficientes para o pedido de arquivamento". Agora, os vereadores determinarão diligências e oitivas que serão realizadas ao longo do processo. A divulgação foi feita nesta quarta-feira (18). A comissão é formada pelos vereadores Fernando Peitola (MDB), Santiago Angelo (PP) e Carlos Eduardo Vargas (PTB). A instauração ocorreu para apurar possíveis irregularidades na contratação de organizações sociais por parte da Prefeitura. A denúncia foi levada à Câmara pelo engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves. O pedido de instauração da comissão foi aprovado durante sessão ordinária. InvestigaçãoVálter Suman foi afastado da Prefeitura de Guarujá por determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em março. Ele e a esposa, a primeira-dama Edna Suman, são apontados em um inquérito da Polícia Federal (PF) como integrantes de uma organização criminosa responsável pelo desvio de verbas federais destinadas à Prefeitura, com intermédio de organizações sociais. A PF pediu a prisão de Suman, mas a mesma foi negada pela Justiça, que determinou a adoção de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Em setembro do ano passado, Suman foi preso na primeira fase da Operação Nácar, da Polícia Federal. Ele e o então secretário municipal de Educação, Marcelo Nicolau, ficaram custodiados por três dias.