[[legacy_image_23917]] A temperatura política subiu em Guarujá neste mês, após o prefeito Válter Suman (PSB) ter acatado uma recomendação do Ministério Público de São Paulo para romper o contrato com a organização social (OS) Pró-Vida, que gerenciava a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rodoviária e as unidades do Programa de Saúde da Família (PSF). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Após esse fato, o empresário Almir Matias da Silva, que teria ligação com a OS, fez vários relatos de possíveis infrações político-administrativas cometidas pelo chefe do Executivo. Suman negou as acusações e citou que os fatos revelados são vazios e infundados. Quatro denúncias foram protocoladas na Câmara com base nas alegações de Silva e os pedidos para a abertura de uma comissão processante foram rejeitados. Porém, após uma solicitação do vereador Edilson Dias (PT), todos esses casos foram encaminhados para análise da Comissão de Fiscalização e Controle do Legislativo, que tem o poder para realizar essa investigação. Grupo fiscalizador Esse colegiado do Parlamento da Pérola do Atlântico é comandado por Naldo Perequê (PSB). A comissão conta ainda com outros quatro vereadores: Juninho Eroso (PP), Mário Lúcio da Conceição (PSB), Raphael Vitiello (PSD) e Sirana Bosonkian (PTB). Passo a passo Segundo informações da Câmara, os membros desse grupo podem solicitar por escrito informações, requisitar documentos e realizar perícias. Após concluído os trabalhos, será elaborado um relatório circunstanciado para indicar os responsáveis e as providências cabíveis para manifestação do plenário.