[[legacy_image_163891]] Com problemas cardíacos, a pequena Aghata Vieira Dias dos Santos, de um mês e 19 dias, luta pela vida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santo Amaro, em Guarujá. Sua esperança é uma cirurgia no coração, a qual depende da Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A Tribuna contou a história da criança que tem cardiopatia congênita complexa na última semana, quando a Secretaria de Estado da Saúde afirmou que a criança passaria pelo procedimento cirúrgico. No entanto, a bebê permanece aguardando transferência de hospital para cirurgia. “Ainda não tive resposta sobre a vaga. Eu não sei mais o que sentir, pois já tive a mesma esperança dela sair daqui e depois me decepcionei. Estou pedindo para Deus que acabe logo essa espera”, desabafou a mãe da menina, Joyce Cristiane Vieira da Silva, de 24 anos. Ela conta que a Cross pediu uma tomografia da bebê, que está tomando antibiótico devido à uma infecção. “Não sei se estão esperando acabar os dias de medicação para poder dar uma posição sobre a vaga”, afirma. Joyce descreve os dias no hospital como “angustiantes”, mas não perde a fé em ver a recuperação da filha. “Deus vai tirar minha filha dessa situação”. Procurada pela Reportagem, a Secretaria de Estado da Saúde informou que a paciente “recebe acompanhamento e assistência por equipe multidisciplinar desde sua entrada no Hospital Santo Amaro, sendo avaliada em consultas e realizando exames”. Ainda segundo a pasta, Aghata é monitorada pela Cross “com a finalidade de auxiliar na busca por um serviço de referência para a realização da cirurgia” e os critérios de urgência e emergência estão sendo respeitados. “Cabe destacar que a transferência não depende exclusivamente de disponibilidade de vagas, mas também de quadro clínico estável - livre de infecções, por exemplo, que permita o deslocamento a outro serviço de saúde para sua própria segurança. Importante também deixar claro que a CROSS não nega vagas, pois é apenas um serviço intermediário”.