[[legacy_image_155686]] No semáforo da Rua Alamedas das Tulipas, em Guarujá, Bruna Correia, de 32 anos, chama a atenção com uma placa anunciando a venda de paçocas, que podem sair mais baratas caso o cliente dê um simples sorriso. Em entrevista para A Tribuna, a ambulante conta como a criatividade a ajudou a impulsionar as vendas em um momento de dificuldade financeira. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A venda nos semáforos começou em 2020, ao ficar desempregada por conta da pandemia. Por isso, ela optou por vender balas, chicletes e paçocas nas ruas da cidade. Antes, Bruna já havia trabalhado em cozinha, como cuidadora de idosos, babá e balconista. Seu último emprego, em 2020, foi em uma cafeteria. Em 2021, a jovem conseguiu um trabalho como cuidadora de idosos, mas revela que há duas semanas foi dispensada da função. Assim, decidiu voltar para a venda nos semáforos. "Não é o lugar que eu quero ficar, mas é um trabalho digno e honesto". Diante desafio e querendo aumentar o faturamento, a ambulante começou a acompanhar alguns conteúdos nas redes sociais sobre como "evoluir" com as vendas nos semáforos. Com alguns aprendizados, ela decidiu pegar um pedaço de papelão e escrever: "Paçoca R\$5,00. Se você sorrir eu faço R\$1,00". Bruna conta que ao avistarem a placa, muitas pessoas acabam dando o dinheiro sem pegar o produto. "Trabalho de segunda a sábado, chego (ao ponto de vendas) por volta das 14 horas e muitos dizem que a frase foi bacana e criativa". Ela permanece no local o tempo suficiente para tentar vender todas as paçocas. O retorno foi tão positivo, segundo ela, que já até conseguiu vender uma caixa com 100 paçocas em menos de uma hora. "Fiz várias pessoas sorrirem com essa pequena frase".