[[legacy_image_358808]] Pais de alunos da Escola Municipal Professor Antônio Ferreira de Almeida Júnior, no Jardim Tejereba, em Guarujá, Litoral de São Paulo, estão preocupados com a rotina de estudos dos filhos diagnosticados com necessidades especiais. Segundo relatos enviados à reportagem de A Tribuna, a instituição está com falta de profissionais capacitados para auxiliar os alunos. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A pedagoga Maria das Vitórias, de 44 anos, tem uma filha autista, de 7 anos, que não está indo às aulas. "Há uns 20 dias, a direção da escola me chamou e disse que estavam com pouquíssimas mediadoras, e que elas têm que se revezar para acompanhar todos os alunos autistas. Eles sugeriram que eu deixasse minha filha em casa uns 2 dias por semana", relata. De acordo com Maria, a diretoria ainda disse que, quando não há mediadoras, as crianças vão para a sala de recursos para brincar e desenhar, só que lá também não tem profissional para a educação especial, pois a última se aposentou e não houve reposição. "A escola nos fala que já fizeram pedidos várias vezes para que a Secretaria de Educação mande novos profissionais, mas até agora não foram atendidos. Enquanto isso, as crianças estão sem o suporte que deveria ser garantido por lei", conclui. RespostaEm nota, a Prefeitura de Guarujá informou que convocou seis novos professores aprovados no concurso vigente, neste mês de maio, e os mesmos estão em processo de nomeação e posse do cargo, para o efetivo exercício. A Secretaria de Educação também esclareceu que disponibiliza 34 salas de recursos para que os estudantes com deficiência tenham um acompanhamento personalizado.