<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.421159" attr-version="policy:1.421159:1717099038" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.421159/Design sem nome (27).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Professora teria partido para cima da irmã da aluna após confusão dentro da secretaria da Escola Municipal Dr. Napoleão Rodrigues Laureano (Arquivo Pessoal)</span></p> <p paraeid="{c710c610-e903-464c-bc78-d28952c18ffe}{63}" paraid="1923381860" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Uma aluna de</span> 9 anos de idade, da 4ª série do Ensino Fundamental I, foi agredida por uma professora na Escola Municipal Dr. Napoleão Rodrigues Laureano, no bairro Jardim Maravilha, que fica no Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, durante a tarde desta terça-feira (28). Por conta do ocorrido, a estudante ficou com hematomas na perna. Além disso, a Prefeitura informou que já afastou a educadora do cargo e que vai investigar o que aconteceu.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{5e0d8dd3-8e53-48c2-a008-088e89a37d1b}{31}" paraid="898236373" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"><strong>A Tribuna</strong> conversou </span>com um familiar da vítima que contou o que teria acontecido. A irmã da aluna, Geisiane Anizia Silva da Costa, disse que a estudante sempre deu queixa para não ir à escola por causa da professora, mas não sabia o motivo. “Nunca questionamos o porquê e o que estava acontecendo. Porém, terça (28) fui buscar minha irmã e ela veio me dizer que a professora tinha agredido ela com palavras e empurrado”, conta.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{d5b9eb41-1b8e-445a-bc64-431f49237037}{114}" paraid="1969815166" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Diante da situação, a irmã da aluna foi</span> até a escola questionar a orientadora para saber o que tinha acontecido. A funcionária chamou a professora, que teria entrado na secretaria gritando e colocando o dedo na cara da criança. “Eu entrei no meio. Foi quando ela partiu para cima de mim, me xingando de tudo que era nome e a orientadora entrou na frente. Mesmo assim levei um empurrão”. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{0d69f7db-fc73-4066-a357-32b5a4d3aaf3}{106}" paraid="120435673" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Depois, a mulher citou que as pessoas que estavam</span> na sala seguraram a educadora, que estava visivelmente alterada. Por conta disso, Geisiane chamou a políciia, mas, quem atendeu a ocorrência, foi a Guarda Civil Municipal (GCM), que fez um boletim sobre o que aconteceu. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{0c85dbf5-ba5f-4608-aed8-f666d521ba2d}{185}" paraid="721439237" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Após a confusão, a irmã levou a a</span>luna até o médico, pois ela estava sentindo dores da perna, além de ter ficado com marcas de hematoma. <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Não se sabe o que teria levado a professora a agredir e empurrar a aluna.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{389259d8-154f-4b65-be84-cb991ed85e03}{17}" paraid="881317862" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O que </span>diz a Prefeitura </strong></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c710c610-e903-464c-bc78-d28952c18ffe}{55}" paraid="1980092731" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Prefeitura de Guarujá informou, em nota, que recebeu uma denúncia de um caso de suposta agressão cometida por uma professora contra uma aluna em uma das Escolas Municipais. </span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c710c610-e903-464c-bc78-d28952c18ffe}{228}" paraid="444508063" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Administração</span> esclareceu ainda que logo após a denúncia, foram iniciados procedimentos de investigação para apurar os fatos. Além disso, garantiu que, caso a denúncia seja comprovada, providências serão tomadas, conforme o estabelecido no Estatuto da Municipalidade e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c710c610-e903-464c-bc78-d28952c18ffe}{97}" paraid="1795583902" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Como medida preventiva e para garantir a integridade física e emocional de todos os envolvidos, </span>a Prefeitura ressaltou que a educadora foi afastada temporariamente de suas funções em sala de aula até a conclusão das investigações. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{8ed50125-18ee-4b4a-ac3b-e2a3c014b752}{109}" paraid="403920110" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo a Administração, e</span>sta ação tem o objetivo de preservar tanto a integridade da aluna quanto da profissional. Também reiterou que oferece todos os recursos necessários para um ambiente educacional saudável e seguro aos seus mais de 37 mil alunos das unidades municipais de ensino. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{8ed50125-18ee-4b4a-ac3b-e2a3c014b752}{121}" paraid="764523956" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ainda, de acordo com a Prefeitura, </span>Guarujá é referência educacional em toda a região e fatos como esse nunca haviam sido relatados durante o atual Governo. A cidade desenvolve uma campanha contra o bullying nas escolas, que também aborda questões como a denunciada. </p> </div>