Barros: “Campanha deve ter continuidade para criar identidade” (Bárbara Marques/ AT) Para garantir a sobrevivência do legado de uma empresa familiar, é preciso definir como será a sucessão de um negócio. Para debater essas questões, o Grupo Tribuna, em conjunto com a Fundação Dom Cabral (FDC), promoveu nesta quarta-feira (2) o evento Sucesso da Sucessão e Perenidade das Marcas, no auditório do Grupo. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Os palestrantes foram o professor Dalton Penedo Sardenberg, especializado em Governança Corporativa e Ética Empresarial, e o executivo Allan Barros, que tem 30 anos de experiência no varejo e na comunicação em grandes marcas, como Casas Bahia. O diretor Comercial Demetrio Amono, do Grupo Tribuna, disse que a ideia foi juntar a força de comunicação do Grupo com a excelência acadêmica da FDC. “O tema sucessão nas empresas é muito relevante e sempre atual, isso impacta diversas organizações, e não é diferente aqui”, diz Amono. Consolidado, o Grupo Tribuna, com 130 anos, prepara a sucessão da quarta geração. Rogério Martins, diretor de Marketing e Vendas da FDC, comentou que “a sucessão e a governança em empresas familiares são um drama em todo o mundo, porque 90% das empresas globais são de origem familiar e sofrem com os processos sucessórios. Então, existe metodologia para resolver essas questões.” Sardenberg destacou a importância de preparar a sucessão. “Em uma empresa familiar, costumo dizer que ela começa na idade mais tenra, onde conecto emocionalmente os herdeiros”. E “há uma pergunta que antecede a competência: meu filho ou filha tem vocação para tocar o negócio?”. Uma sucessão bem-feita é essencial para garantir que a marca viva além de seu fundador e se torne perene. Para atingir esse objetivo, é essencial ter um pensamento estratégico. Isso foi destacado pelo executivo Allan Barros. Ele desmistificou a ideia de que projetos devem ser limitados pelo aspecto financeiro. “Ideia boa cria o orçamento. (...) Uma campanha deve ter continuidade para criar identidade e ser lembrada.”