[[legacy_image_106281]] O que cresceu durante a pandemia, segundo o diretor regional do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon), Lucas Teixeira, foi a procura por imóveis com varandas. Para ele, a tendência para projetos futuros recai sobre um espaço que permita ao comprador utilizá-lo da maneira que for mais agradável. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “As construtoras ficaram mais preocupadas em tentar fazer uma sala já pensando no espaço para o home office ou fazer um quarto que possa ser revertido para um escritório, um lavabo ou um closet”, afirma o empresário. Teixeira diz que as construtoras estão se preocupando com os próximos projetos. “A gente conversa com outros construtores da região e vê que eles estão preocupados em fazer um espaço pensando naquilo que antes não pensava. ‘Nos não pensávamos no pessoal que iria fazer home office. Hoje, já é uma preocupação de projeto, aproveitando um espaço que era perdido para fazer um home office”, comenta Teixeira. O diretor regional do Sinduscon explica que a intenção não é incluir o home office no projeto, mas oferecer um desenho em que a pessoa possa fazer o que quiser com um ou mais espaços disponíveis. “Porque às vezes eu faço, a pessoa não quer e aí dá trabalho”. “Eu acho que os próximos projetos em curto prazo terão essa preocupação e vão sentir como o mercado responde, porque também não adianta nada a gente tentar implementar alguma coisa e o mercado não aceitar”, afirma. Custos Ainda de acordo com Teixeira, essa demanda por um espaço novo não deve encarecer o preço final. “O que está encarecendo, já encareceu um pouco, mas que ainda não foi repassado, principalmente aqui na Baixada Santista, é a questão de material.