[[legacy_image_230545]] O Produto Interno Bruto (PIB) de Santos foi o 47º maior do País e o de Cubatão, o 69º, em 2020, segundo o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado ontem. As duas cidades têm participação, respectivamente,de 0,29% e 0,21% do PIB brasileiro. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! No País, São Paulo lidera com 9,8% do PIB brasileiro,seguida de Rio de Janeiro (4,4%), Brasília (3,5%) e Belo Horizonte (1,3%). No Estado, depois da Capital, o destaque fica com Osasco (1%), Guarulhos (0,9%) e Campinas (0,9%). Santos aparece como o 14º PIB paulista. Na Baixada, o PIB melhor posicionado, depois de Santos e Cubatão, é Guarujá, na 137ª posição e com 0,12% de participação no País, e Praia Grande, em 147º, com 0,11%. De acordo com o IBGE, a riqueza permanecia concentrada no País no primeiro ano da pandemia. Em 2020, os dez municípios de maior PIB detinham um quarto (25,2%) da economia brasileira. Quando somados os 25 municípios brasileiros mais ricos em 2020, chegava-se a 34,2% do PIB nacional. “Mais de um terço da economia brasileira está concentrada em apenas 25 municípios”, afirma o analista de Contas Regionais do IBGE, Luiz Antonio de Sá. Os 82 Municípios mais ricos detinham metade (49,9%) do PIB nacional, mas concentravam apenas 35,8% da população brasileira. Os 100 municípios mais ricos somavam 52,9% do PIB Brasil em 2020. RANKING DE 2020 1) São Paulo ................................9,8 2) Rio de Janeiro .........................4,4 3) Brasília ...................................3,5 4) BeloHorizonte ........................1,3 5) Manaus ....................................1,2 6) Curitiba ...................................1,2 7) Osasco .......................................1 8) PortoAlegre ...............................1 9) Guarulhos ...............................0,9 10) Campinas ..............................0,9 47) Santos ................................0,2969) Cubatão ...............................0,21 138) Guarujá ..............................0,12 147) Praia Grande ......................0,11 194) São Vicente ...................... 0,08 471) Itanhaém .........................0,03 480) Bertioga ...........................0,03675) Peruíbe .............................0,02 683) Mongaguá ........................0,02 [[legacy_image_230546]] MAIS POBRES Por outro lado,os 1.275 municípios mais pobres responderam por apenas 1% do PIB nacional, mas 2,9% da população do País. Nesse grupo de menores participações no PIB, as cidades do Piauí (148) e Paraíba (135) representavam mais de 60% do total de municípios de seus respectivos estados. O IBGE ressalta que houve redução relativa da importância econômica dos grandes centros urbanos no PIB de 2020.Em 2019, um quarto da produção econômica estava localizada somente nas capitais paulista e fluminense, mas, em 2020, essas duas concentrações urbanas somaram 23,7% do PIB nacional. A concentração urbana de São Paulo correspondeu a 16,2%do PIB,queda de 0,7 ponto percentual, e a do Rio de Janeiro (RJ), 7,4%, recuo de 0,5 ponto. “Todas as dez maiores concentrações urbanas brasileiras tiveram redução em suas participações relativas na economia nacional. Em 2020, essas concentrações urbanas somaram 40,5% do PIB, uma redução de 2,3 pontos percentuais ante o peso de 2019”, diz. Segundo o analista do IBGE, as capitais registraram em 2020 a menor participação no PIB desde o início da série histórica. “Foi a menor participação das capitais em 19 anos de série”, observou Sá. “As capitais sentiram mais o peso do impacto econômico da pandemia do que as não capitais em geral”.