[[legacy_image_39637]] Apesar de ainda sentir o baque da pandemia em sua atividade econômica, Santos se manteve como lugar de quase metade dos empregos formais da Baixada. Em março do ano passado, detinha 49% desses postos (165.781) e, em março deste ano, 48,6% (162.828). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O setor de serviços tem peso acima da média na Cidade. Se, em nível regional, responde por 62,7% das vagas, o percentual santista é de 73,8%. Dos 2.953 empregos com carteira que o Município perdeu em 12 meses, 1.818 (71,6% do total) foram no segmento. Metade dos postos eliminados em serviços foi em restaurantes e similares. No intervalo de um ano, conforme dados obtidos no Painel de Informações do Caged, fecharam-se 930 empregos, ou 12,8% de retração. Em hotéis e similares, 244 postos, queda de 23,5% (quase um quarto do total anterior). O comércio também influiu no resultado negativo santista. Ao contrário da pequena elevação regional, sofreu baixa de 2,5% do total geral (caiu de 28.925 para 28.204 vagas). Levando-se em conta apenas o comércio varejista, o mais representativo desse setor, demitiram-se 542 empregados registrados (de 22.846 para 22.304, baixa de 2,4%). Altos e baixos A cidade local que mais ganhou empregos em março, na comparação com igual mês de 2020, foi Bertioga, com 700 empregados a mais. Foi também o maior crescimento proporcional da região: 6,2%. A seguir, vêm Praia Grande (604), Itanhaém (122), Mongaguá (25) e Peruíbe (23). Depois de Santos, registraram menos postos de trabalho ao final de 12 meses os municípios de Cubatão (-842, também com a maior queda percentual, de 3,4%), São Vicente (-701) e Guarujá (-290).