[[legacy_image_105086]] Um Parque Tecnológico aberto para atender as demandas de empresas de Santos, principalmente as relacionadas ao Porto: é o que defende um projeto de lei complementar do presidente da Câmara, Adilson Júnior (PP). O assunto ainda está em discussão preliminar e é previsto que seja votado nesta quinta-feira (23). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Uma das (medidas) mais importantes seria a ponte entre as empresas, demandantes da inovação tecnológica, as universidades e os centros de formação profissional, que permita a adoção dessas práticas de inovação”, escreve o vereador, na justificativa da propositura. A expectativa dele é que o projeto volte para a votação sem o parecer contrário da Comissão de Justiça, Redação e Legislação Participativa, para a qual a iniciativa deveria partir do Poder Executivo. “A ideia é que as empresas portuárias tenham uma entrada no Parque Tecnológico para que, de fato, se tenha uma participação efetiva”. Na prática, haveria um conselho formado por empresas para falar de dificuldades específicas com mão de obra, por exemplo. “Isso ajudaria a fomentar a qualificação profissional e gerar mais empregos na região, já que o parque poderia atender as necessidades do Porto de hoje e de amanhã”. Exemplos Para o vereador, a aplicação desse tipo de modelo em São José dos Campos (SP) é um exemplo a ser seguido, pois o Parque Tecnológico atua focado nas indústrias e empresas instaladas no Município. “É preciso ter no DNA desse tipo de polo a vocação de uma Cidade, investindo em tecnologia de outras áreas e, predominantemente, voltadas para o Porto de Santos”. Para que o projeto prossiga amanhã, é preciso que tenha 11 dos 21 votos. Na avaliação do presidente da Casa, a expectativa é de que o tema chegue o quanto antes ao Executivo. “Tenho uma ideia de que é fundamental a sinergia entre o Parque Tecnológico, as empresas do Porto e a Cidade. Deve ser um espaço para se debaterem as dificuldades de mão de obra e como preparar e formar as pessoas daqui para essas funções”.