[[legacy_image_161270]] Oito cidades da Baixada Santista já decidiram seguir a decisão do Governo Estadual de liberar o uso de máscaras em locais fechados, exceto em locais que prestam serviços de saúde, transportes públicos e áreas de acesso aos coletivos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Bertioga, Cubatão, Itanhaém e Peruíbe decidiram flexibilizar o uso do acessório de forma semelhante à definida pelo Estado. A prefeitura de Mongaguá ainda estuda o que fará. O Decreto Estadual 66.575, publicado na quinta-feira (17), permite circular sem máscara em shoppings, estabelecimentos comerciais, salas de aula, escritórios e academias, por exemplo. O Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista (Sincomércio-BS) vê a medida como positiva e com potencial de aquecer as vendas no período de Páscoa. “Com essa medida, temos a esperança de que as vendas da Páscoa possam ser bem melhores do que as do ano passado. Afinal, as pessoas vão se sentir muito mais à vontade para frequentar as lojas”, declarou o presidente do Sincomércio-BS, Omar Abdul Assaf. ShoppingsEm Santos, os shoppings Praiamar, Miramar, Parque Balneário e Pátio Iporanga retiraram a obrigatoriedade do uso de máscaras. O mesmo foi feito no Litoral Plaza, em Praia Grande, e no Brisamar, em São Vicente. A utilização passa a ser opcional nas lojas e dependências dos shoppings. O uso só deve ser mantido em farmácias e clínicas de assistência à saúde. FarmáciasO Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) divulgou, em suas redes sociais, que o uso de máscaras deve ser mantido em farmácias e drogarias, por se tratar de ambientes onde é prestada assistência à saúde. BancosA Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse, por nota, que as instituições bancárias vão observar as regras de cada cidade para a entrada de clientes nas agências. "O uso de máscaras pelos funcionários e colaboradores dos bancos seguirá a previsão da legislação trabalhista, que dispõe sobre a necessidade de medidas sanitárias nos estabelecimentos", diz a Febraban.