[[legacy_image_99280]] Quem saiu da cidade de São Paulo pela manhã deste sábado (4) com destino ao litoral paulista notou um fluxo maior de veículos na Rodovia dos Imigrantes, principalmente, após o pedágio. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A reportagem saiu de São Paulo às 7h e chegou à Baixada Santista às 10h. O tráfego também era pesado na entrada das cidades. Estabelecimentos comerciais, como padarias, supermercados e lojas estavam lotados. Na maioria dos casos, o distanciamento entre mesas ou frequentadores não existiu. Encontrar um local para estacionar nas ruas próximas de praias, como a Pitangueiras, em Guarujá, era uma tarefa quase impossível - e que demandava muita sorte. Nas ruas, parte da população, turistas e locais, pareciam ter relaxado do uso de máscaras, item de proteção que ainda é obrigatório para evitar o contágio pela covid-19. Atletas de calçadão e ciclistas já se desobrigaram, por conta da própria, de usá-las. Apesar do tempo "lusco-fusco" na manhã de sábado, o feriado foi significativo para a dona de casa Eliana dos Santos, de 47 anos. A moradora de Ribeirão Bonito, no interior de São Paulo, visitava pela primeira vez na vida a praia e o mar. "Imagina uma mulher feliz. Já chorei, já mergulhei, já fiz de tudo. Espero que isso marque o fim da pandemia e do isolamento", disse Eliana O casal Isabela Cunha, de 18 anos, e Leonardo Vitor Gonçalves, de 21 anos, saíram de Pedreira, no interior de São Paulo, para curtir um 7 de setembro sem preocupações. "A gente ficou quase um ano trancado em casa. Agora que liberou um pouco, estou achando tudo maravilhoso", disse Cunha. "Acho que sol mesmo só no domingo, mas pra quem estava em casa isso está mais do que bom", falou Leonardo. A analista de sistemas Stephane Carmo de Almeida, de 26 anos, era uma das poucas que corria na beira da praia de Pitangueiras com uma máscara no rosto. "É importante não relaxar em relação à pandemia. Infelizmente parece que as pessoas esqueceram um pouco do que ainda estamos vivendo", comentou. Sobre a falta de máscara no rosto de muitas pessoas, o médico Eduardo Naufl, de 73 anos, garantiu que em espaços fechados ainda existe cuidado às normas sanitárias. "Mas ao ar livre já nos sentimos mais seguros", falou.