[[legacy_image_59889]] O potencial de consumo da Baixada Santista crescerá 15% neste ano na comparação com 2020. Em 2021, a região deve movimentar R\$ 60 bilhões, superando os R\$ 52 bilhões de 2020. Os dados são da pesquisa IPC Maps 2021, publicada anualmente pela IPC Marketing Editora. Segundo especialistas, o número indica que a Baixada sustenta uma retomada, após um desempenho melhor do que o esperado durante a pandemia. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O levantamento é feito com base em dados oficiais e mostra, detalhadamente, o potencial de consumo das 5.570 cidades em 22 itens da economia, como gastos com veículos, roupas, transporte, entre outros. Esses dados são subdivididos por classes sociais, sexo e idade.CLIQUE AQUI E VEJA O BALANÇO DA REGIÃO Segundo o sócio da IPC e responsável pela pesquisa, Marcos Pazzi, os números refletem que a Baixada Santista está se saindo melhor na crise do que outros mercados. “Não se pode deixar de levar em consideração a pandemia e a alta nos preços, porém, descontada a inflação, o crescimento real do litoral é de 1,1%, ou seja, R\$ 658 milhões de reais em dinheiro novo”, diz. Em 2020, na comparação com 2019, mesmo sob cenário de crise, houve crescimento. Entretanto, ele foi mais tímido, de 4,45%, puxado pelos gastos com veículos próprios, higiene pessoal e construção, três áreas diretamente ligadas ao isolamento social. O share, a participação de cada município na economia, também cresceu. Saiu de 1,16% em 2020 para 1,18% neste ano. É a 15ª economia nacional, duas posições acima do ano passado, quando a Baixada ficou em 17º lugar no País. Cautela De acordo com o economista Fernando Wagner Chagas, é preciso ter cuidado antes de comemorar os números. Conforme ele, o potencial de consumo pode ter variações, dependendo do cenário econômico. “Tais como redução do desemprego e renda do trabalhador empregado”. Segundo ele, a retomada é diferente da recuperação do desenvolvimento, que depende da vacinação em massa. “Não há a certeza da sustentação dessa evolução econômica no médio e longo prazos, considerando sobretudo que a confirmação das expectativas positivas depende de investimentos públicos e privados constantes na economia, ainda incertos neste momento”. Clique e saiba mais em ATribuna.com.br [[legacy_youtube_c6MBWM-A6IA]]