[[legacy_image_330487]] Os jornalistas Nina Barbosa e Antônio Marcos falam sobre os bastidores da transmissão; e o pres. da Liga das Escolas de Samba explica as novidades para esse ano O Papo Tribuna já está na contagem regressiva para o carnaval santista. Essa festa rica e importante da nossa cultura nacional, com raízes africanas, indígenas e europeias, acontece uma semana antes da data oficial. Na próxima sexta-feira, dia 2 de fevereiro, será o primeiro dia de desfile das escolas de samba de Santos na passarela Drauzio da Cruz, na Zona Noroeste. E pelo segundo ano consecutivo, a TV Tribuna vai transmitir as apresentações das agremiações. Pra falar sobre isso, os jornalistas Nina Barbosa, a Diva Nina, título entregue pelo marechal do samba, J. Muniz, e que participa há anos da cobertura do carnaval com reportagens especiais, e o Antônio Marcos, que, como no ano passado, será o apresentador da transmissão. Juntos, eles vão explicar pra gente como será o trabalho que vai reunir uma grande equipe que vai mostrar todos os detalhes durante os dois dias de desfile. Antes de falarmos sobre a transmissão, queria que vocês explicassem sobre o significado profissional em fazer parte dessa transmissão tão especial. Nina: É uma grande experiência. O g1 já fazia essa transmissão há alguns anos, então a gente tinha o know-how de uma equipe preparada, com o Alexandre Lopes e, na televisão, claro que tem as suas peculiaridades. Mas sempre foi um grande presente para nós jornalistas podermos participar de um trabalho que reúne tantos profissionais, de tantas áreas, não só do jornalismo, programação, engenharia, uma equipe que foi muito bem afinada em 2023 e a gente agora quer continuar esse trabalho. O sarrafo aumentou, como a gente brinca, então, a expectativa das pessoas é muito grande. Não só dos sambistas que acompanham o carnaval, dos componentes que vão pra passarela Drauzio da Cruz, como também as pessoas que acabaram conhecendo muito mais do nosso Carnaval Santista em 2023 e estão ansiosas por esse trabalho também em 2024. Até pra vocês tem essa ansiedade? AM: Com certeza. Como a Nina comentou, a transmissão do carnaval já é uma tradição no g1 e nós realizamos a primeira da história da TV Tribuna em 2023. Nós tínhamos uma equipe já preparada, porém, nós não tínhamos um parâmetro de como entregaríamos a transmissão na TV. Agora nós temos um parâmetro e o nível está alto, porque a entrega foi muito boa. Particularmente, gostei demais. Foi meu primeiro carnaval fazendo e transmitindo. Estou apaixonado pelo carnaval e pela transmissão do carnaval e a gente promete muito mais nesse segundo ano seguido, e com muitas novidades. Nina, você que faz a cobertura do carnaval há muitos anos, com reportagens especiais, já foi a Lady Nina, depois o J. Muniz, o marechal do Samba te deu um outro título, um privilégio, e agora é Diva Niva, queria que você falasse sobre como será a transmissão, qual a equipe que vai também compartilhar esse momento com vocês dois. Nina: A gente tem uma equipe de repórteres que já trabalhou na transmissão de 2023, a gente tem a Mariane Rossi na concentração, o Matheus Croce também, a Luciana Moledas que vai ficar na dispersão e os outros profissionais, todos bem-preparados para fazer essa transmissão. Antônio, você já tem a programação, como vai ser na sexta e no sábado na tela da TV Tribuna? AM: A gente vai entrar um pouco mais cedo do que entramos no ar no ano passado. Pra quem curte Big Brother vai poder assistir tranquilamente, na sequência tem a série O Golpista do Amor e em seguida vamos ter muito carnaval com a nossa equipe na passarela Drauzio da Cruz. Nina: Lembrando que os desfiles são nos dias 2 e 3 de fevereiro. São as 15 agremiações do carnaval santista, com as escolas do grupo especial e os grupos de acesso que vão estar lá na sexta e no sábado na Passarela do Samba. Além de trazer essa cobertura onde vocês vão explicar como vão ser os desfiles, as escolas, vocês também vão poder falar mais detalhes sobre a história de cada agremiação, dos personagens dessas agremiações, como será? Nina: É isso que sustenta a transmissão. As pessoas querem ver as apresentações das escolas de samba, mas elas também querem conhecer os personagens, principalmente aqueles que acabam se destacando, os que valem quesito, como o primeiro casal de mestre sala e porta bandeira, como será que vai ser a fantasia da bateria. Além do desenvolvimento dessas pessoas na passarela do samba. A gente sabe que algumas pessoas migram de uma agremiação para outra, tem aqueles que sempre desfilem na mesma escola e a gente conhece já, a rainha de bateria, que começou como rainha mirim, e migrou e hoje é rainha da escola. Tem também os intérpretes, muitos deles que vem do Rio de Janeiro, de São Paulo, que também desfilam, porque a gente tem um intercâmbio que nunca para. AM: E é tudo sobre medida também, porque a pessoa que está assistindo o carnaval também gosta de ouvir a escola na avenida. A gente tem que ter aquele controle durante a transmissão para passar a informação, para contarmos a história da escola, porém, também para o público escutar o samba enredo da escola, porque a galera gosta de ouvir o principal, que são as escolas de samba. Você também que está lá apresentando, com ajuda das equipes da rua, tem uma equipe que estará também nos camarotes, então como é que vai ser? AM: O Matheus Croce estará nos bastidores, nos camarotes, com aquele jeito irreverente dele, brincando com todo mundo. A Moledas estará na dispersão, pegando a chegada das escolas e a Mari, no coração das escolas, que é a concentração, trazendo todos os detalhes pré-desfile. A gente está muito bem assessorado, além da nossa equipe de cabine, comigo, a Nina, também o Luiz Linna e mais um convidado, trabalhando junto com a gente, sem esquecer da parte técnica, trazendo toda a programação, engenharia e tudo mais. E para esse ano há um cuidado ainda maior com essa questão da tecnologia, não é? Nina: São 11 câmeras e 70 profissionais envolvidos. Tem uma preparação muito cuidadosa para fazer essa transmissão, porque, como a gente fala, agora a expectativa é maior, então nós temos que entregar tudo muito afinado. O Antônio falou sobre a gente mostrar o que está ocorrendo na transmissão e contar o enredo, porque a gente não pode esquecer que cada componente, desde a comissão de frente até quando a escola termina é uma história. E as pessoas querem saber o desenvolvimento dessa história na avenida. Então a gente precisa conciliar tudo isso. E para essa receita dar certo, tudo tem que estar afinado. A tecnologia precisa estar disponível pra isso. AM: Por exemplo, na hora em que estiver passando o carro alegórico ali, no momento que estiver passando em frente da nossa cabine, a gente tem que estar comentando sobre esse carro. Precisa estar todo mundo alinhado. Eu quero que vocês expliquem agora como funcionam os bastidores da cobertura do carnaval. AM: Eu penso assim, a gente já está acostumado a fazer vários eventos. O jornalismo também traz tudo isso no dia a dia, da rua e também do estúdio. Esse bastidor acaba sendo uma cobertura não necessariamente nova pra gente, porém, no carnaval ocorrem também os imprevistos. E isso também, de bastidor, a gente precisa estar muito atento e com uma boa retaguarda com a equipe de produtores, pegando personagens pra conversar, levando até o repórter, trazendo informações pra gente. Então, o bastidor nada mais é do que o trabalho de toda equipe diário, que é o que ocorre aqui dentro do jornalismo. E no Carnaval não é diferente. É o pessoal trabalhando a todo momento para a transmissão pra quem assiste de casa, acompanhar de forma tranquila e perfeita. E claro, tem informações que nós recebemos no ponto da nossa equipe técnica que temos que assimilar, mas nem tudo deve ser falado. São detalhes que a gente vai conversando, se alinhando, para que tudo corra certinho. É como a gente diz, TV se faz em equipe, não é mesmo, Nina? Nina: Tem um planejamento muito bem-feito e específico, mas o frio na barriga sempre aparece. Não tem jeito. Quando começa, com a abertura da passarela Drauzio da Cruz, quando começa o “ziriguidum” que a gente fala, a Corte Carnavalesca de Santos, com Rei Momo, Rainha, Princesa, Cidadão e Cidadã Samba, que eles fazem a abertura, já arrepia ali. A transmissão ainda não começou, mas o clima já vai esquentando. O público, a arquibancada, o pessoal no camarote, as frisas que são montadas lá no sambódromo, tudo isso vai criando a atmosfera. Então mesmo que a gente saiba tudo o que precisa ser feito, dá sim aquele friozinho na barriga. E tem também a sequência do desfile da programação durante toda a madrugada, que a gente fica mostrando a transmissão, e aí a gente também lida com o contratempo, que é aquilo que não estava programado. E como é que vocês se preparam para a transmissão do Carnaval? Nina: A gente tem um trabalho preparatório que é muito forte. Eu, por exemplo, vou com a equipe, repórter cinematográfico, produção, nos barracões, nas quadras de escola de samba e ali já começa a preparação. Aquele contato direto com os componentes que vão desfilar, com a harmonia que tá trabalhando na quadra da escola para o desenvolvimento, os ensaios que eles fazem, todo esse conglomerado de trabalho que a gente faz antes do desfile é a nossa preparação pra transmissão para o que a gente vai mostrar na passarela Drauzio da Cruz. Afinal, o mundo do samba gosta disso, ele quer isso e isso é muito legal, tudo faz parte da preparação para a transmissão do carnaval santista. Antônio Marcos, a Liga Independente das Escolas de Samba ajuda muito também no trabalho, com o caderno, toda a estrutura das agremiações? AM: A produção que a gente recebe é muito boa. É bem completa. Então cada um deixa o seu trabalho da forma como prefere. No meu caso, eu tenho que pontuar a sequência do que a gente vai falar da primeira escola, da segunda escola, seguindo a mesma linha. Eu tenho que me preparar pra essa sequência estar ali na linha das minhas anotações, de uma forma que eu entenda para que eu não me perca durante a passagem da escola. Portanto, tem a preparação nossa, da equipe, e tem a preparação pessoal também, emocional, da voz. No meu caso, vou anotando de escola em escola pra deixar de uma forma mais tranquila. Nina: E é importante também a interação de quem está assistindo, porque a gente recebe mensagens a todo momento. E às vezes até de quem está na arquibancada acompanhando um pouquinho a nossa transmissão e quer ver, quer ver detalhes, porque tá ali na arquibancada, viu alguma situação, aí corre na transmissão pra saber. AM: Eu vou dar um spoiler, porque nosso diretor Alexandre Lopes liberou esse spoiler. O telespectador vai ser meio que um jurado durante a nossa transmissão, eu só posso falar isso, tá? É uma surpresa, mas acompanha a nossa transmissão que vocês vão participar de fato dela. [[legacy_image_330488]] Agora o bate papo é com o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de Santos, o Fábio Przygoda. O carnaval está aqui, são dois dias de desfiles, começa sexta e continua no sábado, uma divisão com 15 agremiações que foi feita através de um sorteio em agosto do ano passado. Explica pra gente como foi feita essa divisão. FP: Na verdade a gente tem dois grupos, o grupo especial e o grupo de acesso. De 2023 para 2024 teve o descenso de uma escola e subiu uma. O sorteio que houve foi pra poder fazer a divisão de dias e de horários de cada agremiação. A atual campeã do carnaval, a Unidos dos Morros, tem o direito de escolher o dia e o horário que ela gostaria de desfilar. Já a última colocada, que foi a Padre Paulo, também vai abrir o Carnaval. As demais escolas foram para um sorteio onde definiu o dia e o horário e cada uma no seu devido grupo. O Carnaval Santista também ajuda a girar a economia criativa. Quantas pessoas trabalham direta e indiretamente no carnaval de Santos ou esse ano houve um aumento? FP: A gente percebeu que houve um aumento de 2023 para o carnaval de 2024. O carnaval de Santos está crescendo muito, está numa velocidade muito grande e esse ano a gente está estimando entre 3 e 4 mil empregos diretos e indiretos. Como estão os preparativos para o dia do desfile? FB: Os preparativos estão a todo vapor. Falta menos de uma semana para começar o nosso desfile. As escolas, na verdade, se preparam durante o ano todo, mas agora, nesse último mês, é mais intenso. É uma velocidade maior, com todas as escolas já finalizando o seu trabalho para a gente poder apresentar um grande espetáculo para o nosso público. Agora, vamos falar sobre o regulamento novo, porque nesse carnaval foram várias mudanças. Uma delas, por exemplo, é a questão da multa para a agremiação que desrespeitar as regras e também as demais agremiações. Como é que vai funcionar, Fábio? FB: Nossos dirigentes, nossos presidentes e os dirigentes das agremiações, os líderes das nossas comunidades têm que entender que existe um campeonato. E o campeonato é decidido dentro daquelas linhas amarelas. Que fora dali, todos nós brigamos e lutamos pela nossa cultura, pelo nosso carnaval, e um querendo sempre ajudar o outro. Então, algumas pessoas ainda não entendem isso, e quando elas não entendem a gente tem que colocar algumas regras um pouco mais duras, não é muito legal fazer isso, mas é a necessidade desse momento. Eles têm que entender que se ganha e se perde dentro da avenida. E que quando o juiz apita o final, todos nós somos amigos, todos nós temos uma convivência juntos e que todos nós lutamos pela cultura da nossa cidade. Outra mudança é a questão dos membros da comissão julgadora. Também terá mais membros, é isso? Como é que vai funcionar? FB: Durante os anos a gente foi percebendo que aquele trecho final da nossa passarela, onde não tem nenhum julgador, tem vários erros. Todas as escolas praticamente erram ali. Então, a gente fez um estudo técnico entre os nossos diretores e resolvemos colocar mais um jurado. Então, serão quatro cabines de jurados. Essa cabine vai ficar aí, especificamente, a 30 metros do final do desfile, onde a gente vai poder ter e perceber vários erros, porque ali se realmente erra muito, mas a gente não quer que as escolas errem. A gente só quer que elas saiam da zona de conforto para que sejam motivadas a melhorar cada vez mais. Então, a gente sabe que, no final do desfile, a escola precisa cumprir o tempo, ela anda um pouquinho mais, ela dá uma corrida. A bateria não consegue sustentar aquele ritmo, aquela cadência. O mestre de sala e porta-bandeira já estão desgastados fisicamente e a comissão de frente também. Por isso, a gente está provocando aos jurados olharem alguns erros. Acho que isso aí vai manter o equilíbrio muito grande, as escolas vão ter que se preparar muito mais. Os nossos profissionais que são capacitados vão ter que realmente fazer a parte deles até o final da linha amarela, porque até a linha amarela ele vai estar sendo julgado. Você acha que, por exemplo, a transmissão que a TV Tribuna vai fazer do carnaval nos dois dias de desfile, isso também motiva as escolas a mostrar melhor ou influencia na avenida o trabalho de cada agremiação? FB: Influencia demais, porque são duas questões. Uma é a agremiação querer mostrar para o público que ela é capaz de fazer um grande espetáculo. A outra é a motivação dos foliões. O folião quer ir pra lá com a família, ver ele na telinha, então ele quer cantar com mais força, ele quer se divertir com mais força. O quesito, ele sabe que tem milhares de pessoas olhando, então ele tem que se preparar melhor. Porque é uma questão psicológica. Então acho que isso provoca realmente um psicológico das pessoas e as anima, para o folião cantar, se divertir, porque ele quer aparecer na telinha. Fábio, quais são as principais dificuldades antes dos desfiles? FB: Na verdade, tudo é muito difícil. Para quem não acompanha o desenvolvimento de um carnaval, a dificuldades é imensa, porque tem que dar tudo certo naquele momento. Mas eu acho que o mais difícil é você colocar na cabeça do seu componente que ele tá indo pra se divertir, só que existe um campeonato e existem regras. A gente tem que ter um cuidado, cada escola tem a sua maneira, mas tem que ter o cuidado de convencimento daquele folião que ele tem que participar da regra do jogo, e muitas das vezes ele não quer e não está disposto a isso. Eu queria que você falasse um pouquinho sobre a preocupação da Liga com os carros alegóricos e falar sobre o número de carros alegóricos, sobre a aquisição de mais membros, que significa também um sistema novo de pontuação. FB: As escolas pediram o aumento no número de carros alegóricos, onde eram só dois, e hoje vai poder ser dois ou três carros alegóricos com mais dois quadripés. A questão aí, além de financeira, porque o custo é muito grande, mas a gente tem uma preocupação, porque em cima desses carros vão pessoas, e existe todo um cuidado junto com um engenheiro que faz os laudos. Tem um engenheiro de estrutura, tem um engenheiro elétrico, então a Liga faz vistoria em todos esses carros junto com o Corpo de Bombeiro, junto com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) de São Paulo pra poder dar segurança para todos, porque a gente tá lidando com vidas e não tem nada mais importante do que a vida das pessoas. Temos tomado um cuidado muito grande nessas vistorias pra que dê tudo certo no dia do desfile e que ninguém seja prejudicado. Afinal, carnaval é alegria, é felicidade do nosso povo. Enquanto existir aquele friozinho na barriga, quando a sirene tocar, a gente vai continuar participando do carnaval, levando alegria para as pessoas, porque esse é o sentido do nosso desfile. Ver o sorriso no olhar das pessoas que estão ali participando, as pessoas também têm que entender que a escola faz a sua programação, mas o principal artista do nosso desfile são os nossos foliões, são nossas comunidades e é pra eles que a gente faz o nosso carnaval. Só pra falar da questão da pontuação com novos membros, mais membros, isso também deve influenciar bastante? FB: Anteriormente eram três jogadores que se jogava uma nota fora. Agora, com quatro, continua se jogando uma nota fora, mas ao invés de somar duas, vai ser somado três. Então só vai aumentar o número na proporção de pontuação, mas o sistema é o mesmo, descartando a nota mais baixa. Explica um pouco sobre a empresa que foi contratada esse ano para auxiliar nesse trabalho, mostrar um carnaval ainda mais bonito para cada agremiação. FB: A Liga, através de uma empresa, foi contratada para fazer uma lei de incentivo a todas. Então a Liga teve o cuidado de fazer uma lei. Porque o crescimento do carnaval de Santos vai requerer muito investimento, e a gente sabe que a Prefeitura, o Poder Público tem um limite, logicamente tem várias outras prioridades na nossa cidade, como saúde, educação, e a gente até entende isso, só que a gente entende também que o nosso carnaval cresceu demais. Por isso, através de uma empresa que a Liga contratou, estamos tendo a oportunidade de ter a participação de algumas empresas da nossa cidade pra poder fazer um investimento, um aporte para que o nosso carnaval de 2025 cresça numa velocidade muito grande e volte a ser o carnaval de antigamente, que já foi o segundo maior do nosso estado. Fábio, faz um convite então para todo mundo conferir o carnaval 2024. FB: Eu quero convidar toda a nossa comunidade do samba, com nossos foliões, os nossos simpatizantes. Venha para a passarela! Assistam na televisão! Vocês vão assistir 15 histórias, porque o carnaval é cultura, é conhecimento. Venha prestigiar o trabalho de todas as agremiações, dos nossos profissionais, dos nossos foliões, que vai ser muito legal, muita alegria, muita diversão. Espero vocês todos na passarela.