[[legacy_image_257101]] O planejamento da mobilidade urbana da Baixada Santista deu um passo importante nesta quinta-feira (30). Foi confirmado durante o 2º Fórum Metropolitano de Mobilidade, um pacto dos prefeitos em torno do Plano Regional de Mobilidade Sustentável e Logística da Baixada Santista (PRMSL-BS). O encontro ocorreu na Associação Comercial de Santos (ACS). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O pacto de Mobilidade foi assinado pelo prefeito de Mongaguá e presidente do Condesb, Márcio Melo Gomes, e o prefeito de São Vicente, Kayo Amado. Os demais devem firmar o termo na próxima reunião do Condesb, em abril, que acontecerá em Mongaguá. "Vamos batalhar para sair do papel. É um projeto belíssimo, mas que não pode ficar na gaveta. É sair atrás dos recursos para tornar essas iniciativas em algo concreto", diz Márcio Cabeça. O plano, elaborado ao longo de três anos, tem 177 sugestões de intervenções em 21 projetos, divididos em ações direcionadas aos sistemas cicloviário, de transporte coletivo e viário e circulação. "O objetivo desse plano é traçar uma meta. saber onde estamos e onde queremos chegar. Ele teve muita participação popular e interação entre os municípios da Baixada santista. A ideia é de que seja norteador. Claro que são muitos projetos que precisam de investimentos, de execução, mas precisam vir aos poucos", explica a gerente de projetos da Agência Francesa de Desenvolvimento – AFD, integrante do Programa EUROCLIMA+, da Comunidade Europeia que promoveu o estudo., Elisa Xavier Alves. Já o coordenador da Câmara temática de Mobilidade e Logística do Condesb e secretário de transportes de Praia Grande, Leandro Avellino, lembra que todos os municípios participaram, enviaram demandas que são de impacto local e outras que, depois de serem observadas, percebeu-se metropolitanas "Quando se faz uma pesquisa de origem-destino, nota-se o fluxo de pessoas e começa a rever conceitos. Hoje, termina a parte técnica. Daqui pra frente, começa a política mesmo", define.