[[legacy_image_121039]] Por intermédio da deputada federal Rosana Valle (PSB), o Ministério da Infraestrutura deverá se debruçar, por meio de seu Departamento de Fomento, em uma proposta apresentada a representantes do órgão na quinta-feira, em Brasília: um projeto piloto de transporte aquaviário a custo baixo nas nove cidades da Baixada Santista. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A ideia foi exposta por Gontran Parente, que é advogado, doutor em Direito Constitucional Tributário e diretor-executivo de uma empresa sediada em Guarujá que comercializa barcos motorizados. Parente ainda mantém uma empresa existente desde 2004, chamada SPHidro, cuja principal atividade econômica declarada à Receita Federal é o transporte marítimo de passageiros por cabotagem (entre portos nacionais). O sistema proposto por ele seria oferecido em rios e no mar e voltado, em especial, a populações mais pobres. Ele calcula que sejam necessárias 43 embarcações para o atendimento da Baixada, mas seu objetivo é abranger o País todo. Na reunião, os membros do departamento disseram ao empresário que aperfeiçoe o projeto, a fim de se candidatar a um financiamento com dinheiro do Fundo da Marinha Mercante. O FMM é uma fonte de recursos para a indústria naval que, no ano passado, repassou R\$ 76, 1 milhões a 18 projetos no Estado de São Paulo, segundo o Ministério da Infraestrutura. É de se esperar que o plano seja debatido também com o Conselho de Desenvolvimento da Baixada (Condesb) e a Agência Metropolitana (Agem). Sobretudo, com base no Plano Regional de Mobilidade Sustentável e Logística, a ser lançado no dia 30. Transporte aquaviário é um dos assuntos em discussão. Em tempoO presidente da Associação Brasileira de Ciclistas, Jessé Teixeira Félix, cobra a aplicação do Plano Cicloviário Metropolitano, com melhor integração de ciclovias entre cidades. Teme pela integridade de quem se desloca de bicicleta.