[[legacy_image_257420]] A mulher que passou cantada em dois turistas enquanto estava em um carro que logo em seguida bateu no veículo da frente, diz que levou um susto com o acidente em Itanhaém, mas os gritos ‘valeram a pena’. Patrícia Mara Martins, de 41 anos, teve um prejuízo de cerca de R\$ 3 mil com o automóvel que tinha comprado meses antes da colisão. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na ocasião, a investidora estava no banco do passageiro enquanto um amigo dirigia o veículo. Ela gritou “ai droga” para chamar atenção da dupla de turistas, mas acabou desconcentrando o motorista, que bateu no veículo da frente. “Quando eu bebo, eu não dirijo, coloco meus amigos para dirigir. Por isso nem reclamei, o prejuízo ficou para mim”, afirma a mulher, que ainda não consertou o automóvel. “A gente levou um susto. Eu falei: ‘meu, olha que merda’. E ele respondeu: ‘culpa sua, você assustou todo mundo, parece louca’. Daí falei: ‘ah, fala sério, os caras são uns gatos, valeu a pena’. E a gente saiu dando risada”, relembra. Patrícia mora em Praia Grande e, na ocasião, estava em Itanhaém, pois tinha alugado uma casa na cidade para se divertir com os amigos, como costuma fazer. Inclusive, ela relata que o carro da frente estava ocupado por outros conhecidos, que eram colegas de seus amigos e tinham parado para esperá-los. ‘Aí droga’ é uma frase bastante dita por Patrícia entre os amigos e foi por isso que ela foi reconhecida no vídeo – gravado por um dos turistas - que viralizou nas redes sociais com mais de 1 milhão de visualizações. “Eu nem sabia que alguém tinha gravado”, explica a mulher, dizendo que levou tudo na brincadeira. Patrícia ainda ressalta que é solteira e tinha comprado o carro 0 km poucos meses antes do acidente. “Todo mundo falando que é combinado. Acha que eu iria deixar bater meu carro? Jamais”, finaliza. A Tribuna conversou com um dos turistas que a mulher chamou atenção, o gerente comercial Guilherme Garcia, de 28 anos. Ele diz que estava gravando o momento, pois iria relatar uma situação que tinha passado em um quiosque.