[[legacy_youtube_b8PgAxhHSEA]] Se o Brasil já naturalmente um país desigual, a pandemia só agravou as diferenças. De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD/ IBGE), 10% dos mais ricos perderam renda de 3% durante o período, enquanto 40% do mais pobres apresentaram uma perda de 30%, sem contar com o valor do auxílio emergencial. Já de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), estima-se que 32 milhões de pessoas serão levadas ao nível da pobreza em todo mundo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! E o problema mundial também afeta a Baixada Santista, moradores relatam que a quantidade de gente nas ruas aumentou nos últimos meses. A equipe de ATribuna.com.br entrevistou duas pessoas que tentam melhorar o cenário atual, marcado por fome, por meio de ações solidárias. Confira a videorreportagem acima. A santista e executiva comercial Juliana Miranda, de 39 anos, que mora no bairro do Saboó, conta que ficou sensibilizada, na semana passada, ao ver uma senhora revirando uma lata de lixo e tomando o resto de leite de uma caixa de papelão. Para ela, a cena é inaceitável. “Primeira coisa que eu pensei foi que a gente tinha que fazer alguma coisa para mudar aquela situação, porque ver uma pessoa pegando lixo para comer é uma coisa que não dá para aceitar”. Por isso, a executiva iniciou uma campanha nas redes sociais para arrecadar alimentos, cestas básicas, ovos de Páscoa e itens de higiene para moradores da Vila Pantanal, região periférica de Santos. Segundo Juliana, mais cerca de 1000 pessoas vivem na extrema pobreza, na região, sem água e saneamento básico. [[legacy_image_64611]] Neste sentido, o educador esportivo Vinicius Fernandes Lima, de 24 anos, junto com a mãe, Aline Fernandes Lima, de 42 anos, também resolveram, de forma espontânea, ajudar quem passa por dificuldades, no momento, em São Vicente, Santos e Praia Grande. “É uma situação muito difícil para todo mundo, principalmente para as pessoas que são autônomas e precisam colocar dinheiro dentro de casa”, desabafou. Para Juliana, mesmo que a iniciativa dela e de Vinicius sejam simples, certamente têm efeitos na vida de outras pessoas. “Eu acho que a gente tem que praticar o bem, que com certeza muitas coisas vão acontecer. A gente tá plantando uma sementinha, são várias sementinhas que a gente está plantando para várias flores aparecerem”, finalizou. Para fazer doações, basta entrar em contato com os seguintes números. Juliana Miranda: (13) 13 99682-4991 Vinicius Fernandes Lima: (13) 99687-9117 [[legacy_image_64612]]