[[legacy_image_49082]] A ligação seca entre Santos e Guarujá, projeto há anos debatido na Baixada Santista, esteve entre os temas abordados na audiência pública sobre concessão do sistema de travessias litorâneas, que prevê investimentos de R\$ 240 milhões em equipamentos, estrutura e tecnologia, além de R\$ 110 milhões em manutenções e serviços. De acordo com o Estado, os projetos não são conflitantes e agregam à mobilidade urbana da região. Segundo o assessor da subsecretaria de Parcerias da Secretaria de Governo do Estado, Ricardo Carrion, tanto as ligações secas como outros empreendimentos poderão impactar a concessão ao longo de 30 anos de concessão. “Obviamente, com a conclusão dessas etapas de ligação seca e eventualmente de outros projetos, novos estudos serão realizados para avaliar o impacto dessas iniciativas para as travessias (de balsas) localizadas no Canal de Santos, que serão tratados no âmbito da gestão do contrato de concessão”, explica o assessor do Governo. Ainda de acordo com Carrion, “quaisquer travessias secas só irão beneficiar ainda mais, os moradores e usuários (visitantes e turistas) da região”. “Além de contar com um sistema de travessias (de balsas e lanchas) robusto, contarão também com novas possibilidades para atravessar o canal de Santos. Todos esses projetos agregam ainda mais a mobilidade urbana e logística da Baixada Santista. Não são conflitantes”. Sobre a audiência A apresentação do projeto de concessão apresentado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), aconteceu na manhã desta quarta-feira (26). Ele garante que a empresa vencedora possa explorar o serviço por um prazo de 30 anos. O investimento previsto é de R\$ 240 milhões em na aquisição de novos equipamentos e instalações (Capex), além do aporte de R\$ 110 milhões (Opex), no primeiro ano, para a manutenção dos bens e realização dos serviços. A expectativa é que a vencedora seja conhecida ao final deste ano e comece as atividades em 2022.