[[legacy_image_317947]] Está previsto para o início de 2025 o leilão das travessias marítimas do Estado, incluindo as três existentes na Baixada Santista. É o que aponta o Governo Estadual, que nesta semana discutiu as diretrizes iniciais da concessão dos 14 trechos litorâneos paulistas à iniciativa privada. Não há indicação de como poderão ficar as tarifas após o processo. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! O encontro, do qual participaram com representantes das secretarias de Parceria em Investimentos, de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que apoiará os estudos, ocorreu na quarta-feira. Na Baixada Santista, três travessias serão afetadas: Santos-Guarujá, por balsas; Santos-Vicente de Carvalho, por barcas, e as viagens de balsa entre Bertioga e Guarujá. As demais são as de São Sebastião-Ilhabela, Iguape-Jureia, Cananeia-Ilha Comprida, Cananeia-Continente e Cananéia/Ariri. Haverá, ainda, a concessão das balsas do Reservatório de Paraibuna (Porto Paraitinga, Porto Natividade da Serra, e Porto Varginha). As travessias de balsas são operadas pelo Departamento Hidroviário (DH), vinculado à pasta de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Também serão concedidas operações feitas pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae): as balsas de Bororé, Taquacetuba e João Basso, na Região Metropolitana de São Paulo. Os estudos serão coordenados e feitos pela Companhia Paulista de Parcerias (CPP), com apoio da Fipe. Plano antigo Na gestão anterior, em 2021, o Estado pretendia conceder as travessias marítimas mediante um sistema de cobrança pelo qual carros de maior porte pagariam mais do que os considerados pequenos. Ainda assim, a tarifa subiria em torno de 50%.