[[legacy_image_161099]] É meio-dia. Você liga a tevê e, de segunda a sábado, tem início o JT1. Quem nunca se deparou com esta cena nas últimas décadas? Para alguns, parece um passe de mágica. Mas, na verdade, trata-se de um minucioso trabalho de muita gente – não só no JT1, como no JT2, Bom Dia Região, Tribuna Esporte e outros programas da TV Tribuna. Na noite desta sexta-feira (18), o Globo Repórter Especial contará um pouco dessa história de sucesso e comprometimento da emissora e de seus profissionais com a Baixada Santista e o Vale do Ribeira. Antes, porém, vamos conhecer o trabalho de cada dia, até as imagens chegarem na sua tela. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “No jornalismo, tudo começa com a produção, que recebe e organiza as pautas, para serem depois trabalhadas com e pelos repórteres”, explica Gustavo Zanaroli, chefe de redação da TV Tribuna. Nesse sentido, se a tevê fosse um corpo humano, a produção seria o coração; já a reportagem, ou seja, a captação da notícia para a pauta dar certo, seria como uma espécie de artérias. Seguindo nessa comparação, chegamos ao cérebro: o switcher – do inglês, literalmente, interruptor. Consiste em uma sala de controle, onde cada movimento deve ser coordenado como em um balé. Vamos a ele? [[legacy_image_161100]] Jornada nas estrelasSim, como se vê na foto acima, o switcher lembra a sala de comando da nave Enterprise, da série Jornada nas Estrelas. E, de certa forma, colocar um ou mais programas no ar não deixa de ser uma jornada e tanto. A dinâmica do que se vê na tela, em casa, origina-se ali. Vai mudar a câmera que está focando o apresentador? O diretor de TV aperta um botão e o milagre acontece. É a hora daquela reportagem gravada? Aperta-se outro botão. Agora é a vez do ao vivo na rua? Eis mais um comando acionado na mesa. Cada minuto do que vai ao ar é programado – e cronometrado. “Mas se uma entrevista (ao vivo) está boa, a gente deixa rolar. Só que depois tem que compensar (no tempo)”, explica Zanaroli. Na prática, ‘compensar no tempo’ significa retirar ou encurtar itens inicialmente previstos na pauta, com o programa, ao vivo, em andamento. Se veio à sua mente a imagem clássica daquele dito popular ‘trocar o pneu com o carro andando’, você entendeu bem a situação... “Faz parte. Também pode acontecer de cair a internet pouco antes de ocorrer uma entrevista que entraria ao vivo”, diz Zanaroli. Nesse caso, ocorre o processo inverso: para preencher o tempo que sobraria, lança-se mão das chamadas matérias frias, aquelas que podem ser veiculadas a qualquer tempo. Não é o caso desta matéria que você lê agora: ela nasceu para apresentar o Globo Repórter Especial que vai ao ar esta noite. [[legacy_image_161101]] Coisa 100% nossaO Globo Repórter que chega aos aparelhos de tevê da Baixada Santista e do Vale do Ribeira nesta sexta, logo após o Big Brother Brasil, celebra os 30 anos da TV Tribuna e foi inteiramente produzido aqui, pela nossa equipe. Apresentado por Sandra Annenberg e Glória Maria, terá 50 minutos de duração (com intervalos), em três blocos. No primeiro, serão apresentadas reportagens marcantes da trajetória da emissora. Como, por exemplo, a saga do menino Porthinhos, que da leucemia viu a vida renascer após um transplante de medula – e, hoje, ele estuda Medicina para ajudar outras pessoas a superarem seus males e seguirem em frente no caminho da vida; a morte de Eduardo Campos em 2014 e a tragédia das chuvas na nossa região em 2020. No segundo bloco, apresentaremos um panorama da evolução da Baixada Santista nos últimos 30 anos, com o o crescimento de Praia Grande e Bertioga, por exemplo. No terceiro bloco, os esportes: como Neymar surgiu nas copas de futsal organizadas pela emissora; também a ascensão no surfe de Mineirinho e as conquistas de Rogério Sampaio. Além de você conhecer a TV Tribuna por dentro. “Produzir um Globo Repórter é uma enorme responsabilidade. Temos todo um padrão de extrema qualidade para entregar, seguindo a linha da Rede Globo, e, ainda por cima, precisamos conseguir atender as expectativas e surpreender os nossos telespectadores”, diz o diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna, Alexandre Lopes. “Esse era um objetivo que traçamos há alguns meses e, agora, é muito gratificante olhar o resultado final desse especial. É algo que ficará marcado na carreira de todos os envolvidos nesta produção”. O diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, enalteceu a deferência que teve a Rede Globo pela região e pela TV Tribuna, como um fruto da importância da Baixada e do Vale, e do trabalho da emissora. “Nós contamos a história da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Feliz a região que tem alguém para contar a sua história”.