[[legacy_image_341602]] Cerca de 200 funcionários da área da limpeza em escolas da Baixada Santista têm sofrido com a falta de pagamento há dois meses. Eles são contratados pela empresa terceirizada MR7 Impacto Serviços Pessoais Eireli-Me, que atua nas cidades há cinco meses. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com Paloma Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação de Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente (Sindilimpeza), além da falta de pagamento, os funcionários também estão com atrasos nos benefícios e sem uniformes. Além disso, há quem esteja trabalhando sem o registro oficial. “Não tem condições das pessoas trabalharem desta forma”, esclarece. Os funcionários têm cobrado um posicionamento da empresa, que não dá esclarecimentos, senão, que o salário será pago no próximo dia 22. “Passa telefone para um, passa telefone para outro, eles não respondem nada por e-mail”, diz Paloma. Durante o período, Paloma ainda alega que os funcionários sofrem com a falta de EPI’s e também de insumos, e que alguns chegaram a comprar do ‘seu próprio bolso’. ProtestoPara reivindicar seus direitos, os funcionários irão se reunir na manhã desta terça-feira (12), a partir das 9 horas, na Diretoria de Ensino da Região de São Vicente, em uma manifestação. PosicionamentoA Tribuna solicitou um posicionamento para a empresa MR7, e aguarda respostas. Em nota, a Diretoria de Ensino de Santos, que assim que soube das denúncias, solicitou à empresa a documentação que comprove os pagamentos dos funcionários e está realizando a conferência de todos os documentos apresentados. O descumprimento de cláusulas contratuais pode acarretar procedimento administrativo para aplicação das sanções previstas em contrato como multa, encerramento do contrato e impedimento de firmar novos acordos com o Estado por cinco anos.