[[legacy_image_85692]] As medidas de flexibilização anunciadas na quarta-feira (28) pelo governador de São Paulo, João Doria, foram vistas com otimismo pelo presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e Vale do Ribeira (SINHORES), Heitor Gonzalez. Porém, segundo ele, os comércios irão continuar tomando todos os cuidados contra a covid-19. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em coletiva, Doria anunciou que a partir de domingo (1º) os estabelecimentos terão horário e ocupação ampliados, pois os comércios poderão funcionar até meia-noite e com 80% da capacidade de público. Além disso, a partir do dia 17 de agosto não haverá horário ou limite de ocupação. Segundo Gonzalez, esta flexibilização era esperada e confirma os bons índices da vacinação no Estado. “Com isso, a gente começa a restabelecer um novo normal”, destaca. No entanto, o presidente do SINHORES explica que os cuidados irão permanecer para evitar a contaminação pelo coronavírus, inclusive com o distanciamento social: “Muitos estão esquecendo disso. Então na verdade, não são todos os restaurantes que vão poder voltar ao 100% porque é difícil manter o 100% com o distanciamento necessário. Então nós temos que pensar nessa ilusão que não vai acontecer”. Gonzalez ressalta que a manutenção do horário é uma das maiores necessidades dos estabelecimentos, e com as novas flexibilizações, será cessada. “Agora cabe a nós da Baixada Santista administrar todos os problemas que temos com as postergações de impostos, de aluguéis e de financiamentos que a maioria tem”, destaca. Segundo ele, os estabelecimentos devem aproveitar o turismo de curta distância: “Para nós vai ser um prêmio”. A expectativa para agosto, portanto, é ótima, pois desta forma, os próximos meses devem culminar em uma temporada boa. Heitor Gonzalez admite que as viagens internacionais serão mais difíceis, com exemplo dos Estados Unidos. “Os vistos para os Estados Unidos estão extremamente demorados e todos marcados somente para 2022, então quem não tem visto, não consegue tirar”, ressalta. Desta forma, o presidente do SINHORES enfatiza que o momento é propício para o turismo interno e de curta distância. “Nossa região tem que se aproveitar para tentar diminuir todos os prejuízos causados nesse um ano e meio de pandemia”, finaliza.