[[legacy_image_201103]] O candidato a presidente pelo Novo, Felipe D’Avila, afirmou que o eixo central do seu plano de governo é criar meios para estimular o crescimento da economia e gerar mais renda e empregos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ele foi o primeiro concorrente ao Palácio do Planalto a participar do ciclo de sabatinas com os concorrentes aos governos Estadual e Federal. É uma iniciativa conjunta de Grupo Tribuna, Associação dos Empresários da Construção Civil da Baixada Santista (Assecob), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Santos e Associação Comercial de Santos (ACS). Durante a explanação, na ACS, ele criticou o “populismo” de direita e de esquerda que dominou a política brasileira ao longo dos últimos 20 anos. Para D’Ávila, que é cientista político, esse posicionamento dos governantes causou atraso ao País. “Nenhum país fica rico fechando a economia e fazendo reserva de mercado, que foi a opção feita pelo Brasil. Precisamos criar as condições para as empresas voltarem a competir no mercado internacional, assim como incentivar a reindustrialização e melhorar o acesso ao crédito para financiar as ações a longo prazo”, disse. O candidato citou que o Brasil pode ser a maior superpotência do mundo na área ambiental, porque se está na era da redução das emissões de carbono. “Temos 50 milhões de hectares de terra degradada. Se plantarmos em 3 milhões de hectares, o Brasil será a primeira nação do mundo em carbono neutro. Isso abrirá a porteira para o investimento externo em áreas fundamentais, como saneamento básico”, frisou. D’Avila criticou o processo de desestatização do Porto de Santos, pois entende que o Governo Federal está preocupado apenas em arrecadar mais dinheiro com esse processo. Ele acredita que, antes de se discutir o modelo de gestão da Autoridade Portuária, é preciso definir o desenho da governança. “Essa medida é muito importante para evitar a troca de um monopólio público por um privado, uma cartelização. No meu entendimento, todos os operadores do Porto, como um condomínio, precisariam ter voz. As prefeituras também deveriam fazer parte desse processo. As cidades são afetadas pelas operações do setor”, frisou. DinâmicaAlém do presidenciável do Novo, três concorrentes ao Governo do Estado já passaram pelo auditório da ACS: Vinicius Poit (Novo), Elvis Cezar (PDT) e Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos). Nas sabatinas, o candidato terá 40 minutos para apresentar os principais pontos das propostas para governar o Brasil ou o Estado e como pretende instituí-las. Ele deverá responder a questões formuladas por jornalistas do Grupo Tribuna, público em geral e representantes das entidades promotoras do evento. O calendário de encontros vai até 30 de setembro. Os concorrentes poderão escolher a data e o horário da apresentação. As inscrições para participar dessas atividades devem ser feitas pelo e-mail eventos@acs.org.br. A ACS fica na Rua XV de Novembro, 137, Centro.