[[legacy_image_12124]] Dois deputados da região, o estadual Tenente Coimbra e o federal Júnior Bozzella, ambos do PSL, defendem a implantação de escolas cívico-militares na Baixada, com a adesão das cidades ao programa do Governo Federal. Mas nenhuma garante a participação. Já o Estado não sabe qual será o seu papel na proposta. Tenente Coimbra afirma que conseguiu com o MEC a inclusão do Estado, já que São Paulo teria perdido o prazo. “Nas escolas cívico-militares, a qualidade do ensino é comprovada em altas notas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)”. Bozzella explica a forma. “As secretarias de educação continuarão responsáveis pelos currículos. O que teremos é um modelo de gestão compartilhada”. Poder Público A Secretaria Estadual da Educação afirma que pediu ao MEC prorrogação de prazo e informações sobre o programa, “uma vez que ainda não há portaria com os normativos que o regem”. Embora manifeste interesse, a pasta diz que “aguarda a regulamentação”. Já o MEC, não respondeu. Santos afirma que fez registro, ressaltando que isso não obriga à participação. “A proposta será apresentada ao Conselho Municipal”. São Vicente decidiu não participar e Guarujá diz não atender aos critérios. Itanhaém, Mongaguá e Cubatão estudam. Bertioga e Peruíbe afirmam que o programa é para o Fundamental II e Médio, cujas escolas, em ambas, são estaduais. Praia Grande não se manifestou. Como é O programa quer implantar 216 colégios até 2023. Segundo o MEC, serão destacados militares da reserva para as escolas, levando mais disciplina e organização.