[[legacy_image_223952]] Representante da Baixada Santista e do Vale do Ribeira na Câmara Federal, a deputada Rosana Valle (PL) está entre os 105 nomes que compõem o governo de transição em São Paulo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (22), em São Paulo, pelo coordenador-geral, Guilherme Afif Domingos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Rosana trabalhará em um dos nove grupos temáticos nos quais se dividiu a transição: o de Desenvolvimento social, Mulheres e Direitos das Pessoas com Deficiência, com 13 membros. Ela não informou se pedirá licença do mandato para se dedicar a essa atividade, que se estenderá até o final do ano. Extraoficialmente, Rosana é cotada para compor o secretariado da futura gestão, em uma pasta da qual cuidaria de políticas para o público feminino. Hoje, a questão é tratada em uma das coordenadorias da Secretaria Estadual da Justiça e da Cidadania. Na Câmara Federal, a deputada é suplente das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A parlamentar participou da elaboração de políticas públicas para mulheres no programa de governo do governador eleito Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), de quem se tornou próxima durante a campanha eleitoral. Em nota, a assessoria da deputada declarou que ela planeja colaborar com sugestões de programas e ações a serem desenvolvidos ao longo do próximo Governo em todo o Estado. Proximidade Logo que se filiou ao PL, no início de abril, Rosana Valle foi cotada como vice na chapa de Freitas. A escolha recaiu sobre Felício Ramuth (PSD), que renunciou neste ano à Prefeitura de São José dos Campos e se lançou candidato ao Palácio dos Bandeirantes. Porém, ele se aliou ao ex-ministro da Infraestrutura no Governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Rosana Valle foi reeleita para seu segundo mandato, com 216.437 votos. Ela venceu sua primeira eleição em 2018, com 106.100 votos. Era filiada ao PSB. Contudo, transferiu-se para o PL às vésperas do fim do prazo da janela partidária — período legal para troca de sigla sem que se corra risco de cassação do mandato por infidelidade.