[[legacy_image_116410]] A temporada de verão deve atrair milhares de turistas para a Baixada Santista. A diminuição de casos de covid-19, o avanço da vacinação contra a enfermidade, a flexibilização do Plano São Paulo e o valor elevado do dólar e das passagens aéreas são fatores que contribuem para esse cenário. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Por esse motivo, os prefeitos já pensam em estratégias para receber adequadamente essa grande demanda de pessoas, assim como garantir a segurança sanitária da população. De uma forma geral, as administrações municipais pretendem manter e até mesmo ampliar as equipes para fiscalizar bares, restaurantes e comércios, para que as determinações do Governo do Estado e dos comitês de enfrentamento à pandemia existentes em algumas cidades sejam cumpridas. “Continuamos atentos àquilo que é indicado pela ciência. Permitiremos apenas os eventos controlados, ou seja, aqueles com portaria, limitação de público, distanciamento, obrigatoriedade da apresentação da carteira de vacinação, medição de temperatura e uso de máscaras”, afirmou o prefeito de Santos, Rogério Santos (PSDB). O chefe do Executivo de São Vicente, Kayo Amado (Pode), entende que o cenário pandêmico ainda requer atenção e responsabilidade. Por esse motivo, a fiscalização sanitária será mantida. O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSDB), acredita que a cidade receberá cerca de 1,5 milhão de turistas, sendo o pico na semana do Réveillon. Segundo ele, a ocupação dos hotéis e pousadas deve superar a casa dos 90%. “Na última temporada, as praias estavam fechadas. Havia inúmeras restrições. O município está mais iluminado, sinalizado e melhor monitorado. As nossas praias estão maravilhosas como sempre, o que deve atrair muitas pessoas”. EventosCaio Matheus (PSDB), de Bertioga, explicou que o planejamento da cidade prevê a retomada das atividades turísticas de forma segura, sem perder de vista as medidas de enfrentamento à covid-19. “Está em análise a exigência da comprovação de vacinação com pelo menos uma dose para eventos fechados, sejam eles corporativos, culturais ou esportivos, para o público, participantes e envolvidos na organização”, disse. Ele garantiu ainda que serão intensificadas as ações da Operação Lei e Ordem para coibir pancadões, festas clandestinas, perturbação de sossego e funcionamento irregular de comércios. Além das campanhas de conscientização sobre a doença, a Prefeitura de Mongaguá informou que vai exigir que vans e ônibus que entrem no município, por intermédio das colônias de férias, apresentem os comprovantes de vacinação dos passageiros. Praia Grande está estudando a realização da queima de fogos, assim como outros possíveis eventos e atividades natalinas e de verão. Essa decisão será tomada com base em pareceres do Comitê Técnico Científico da Secretaria Municipal de Saúde Pública. O prefeito de Peruíbe, Luiz Maurício (PSDB), projeta que a cidade receberá em torno de 400 mil durante a semana do Réveillon. Ele defende a necessidade de se discutir normas que possam valer para toda a região. O chefe do Executivo de Itanhaém, Tiago Cervantes (PSDB), estima que o município receba 500 mil pessoas durante a temporada de verão e também defendeu uma mesma linha de atuação nesse período. Isso deve ser resolvido na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), na terça-feira. “A nossa programação até o momento é de realizar a tradicional queima de fogos no Ano-Novo e alguns shows”.