[[legacy_image_75253]] Sempre sob alerta e atenção constante, o cotidiano de trabalho dos bombeiros é definido pela corrida contra o tempo do relógio para salvar vidas, cada segundo pode ser crucial durante uma chamada de emergência. E em oposição ao foco exigido no dia a dia, muitos encontram espaço para refletir sobre a essência do trabalho, que é comemorada nesta sexta-feira (2), Dia do Bombeiro. Veja mais detalhes na videorreportagem a seguir. [[legacy_youtube_twLZ0QNzsiU]] Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Reflexão, por sinal, que costuma ser feita após o sucesso de uma ocorrência entre tantas registradas pela corporação. No ano passado, foram registrados 1.575 incêndios, 5.920 resgates e 3.264 salvamentos, totalizando 10.759 chamados, na Baixada Santista. “São ocorrências que a gente volta para casa com a sensação de dever cumprido, que nos inspira a se profissionalizar e buscar conhecimento cada vez mais”, contou o cabo Leonardo Brancalhão de Oliveira. Sentimento que também é partilhado pelo tenente Rodrigo Wolf Pimentel, do 6° GB, ao relembrar operações de resgate minuciosas que desafiaram as equipes de bombeiros da Baixada. “A ocorrência dos deslizamentos de terra [em 2020, nos morros na região], foi bem marcante, difícil que perdurou mais de uma semana e localizamos todas as vítimas. Mas infelizmente dois bombeiros faleceram, foi uma perda muito grande para nós”, relatou. Em Santos, ocorrências peculiares semelhantes aconteceram nos últimos anos, como o incêndio de tanques de gasolina e etanol da empresa Ultracargo, em abril de 2015, na área portuária; e o acidente aéreo que causou a morte do então presidenciável, Eduardo Campos, em 2015, no Boqueirão. Porém, mesmo com o dia a dia de trabalho árduo, muitos bombeiros que hoje fazem parte da corporação foram inspirados por familiares, sonharam com a carreira. É o caso, da soldado Amanda Santos de Barros Duarte Ferreira, do 6° Grupamento de Bombeiros, que passou a infância vendo o pai no quartel. “Ele sempre foi a minha inspiração. É uma profissão que eu sempre admirei desde criança. Na verdade, desde pequena queria ser bombeira. É um sonho de infância”, lembrou. História similar relatada também por Oliveira, cuja família tem história na corporação, avô, pai e irmão passaram pelo Corpo de Bombeiros. “Eles me inspiraram com as histórias das ocorrências e ajudar alguém com um trabalho diferenciado”. Trabalho que é motivo de orgulho para todos eles, quando vestem a farda da Corporação. “Conseguir realizar esse sonho, passar em todas as provas, é um verdadeiro orgulho para mim. E também conseguido continuar os passos do meu pai”, finalizou Amanda. , de 34 anos, do 6° Grupamento de Bombeiros, ao lembrar de um salvamento de uma criança que teve o couro cabeludo arrancado por uma mordida de cachorro.