[[legacy_image_48280]] A família da pequena Allana Miloch Fonseca, de 1 ano e 9 meses, está em busca de ajuda e corre contra o tempo para viabilizar nove cirurgias que possibilitem à menina respirar sozinha e deixar para trás uma estenose, que compromete a laringe e, hoje, obstrui 90% da traqueia. Ela vive entre as cidades de Praia Grande, onde a família possui um imóvel, e Cotia, município natal dela, na Região Metropolitana de São Paulo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Allana nasceu de forma prematura, em 7 de agosto de 2019, pesando 500g e aos seis meses de gestação da servidora pública Dienifer Bragiato Fonseca Miloch, de 30 anos. Chegou a ser dada como morta, mas sobreviveu, assim como sua irmã gêmea Aylla, que teve alta após dois meses. Contudo, a jornada de Allana foi complicada. Ao nascer, quebrou vários ossos e teve hemorragia intracraniana. Depois, ficou na UTI Neonatal por sete meses, sendo os primeiros 42 dias sedada. “Depois de um ano tentando fazer um exame, recebemos o diagnóstico de que a Allana tinha estenose, com 60% da traqueia obstruída. O problema pode ter surgido devido aos cinco meses em que ela ficou intubada. Atualmente, a traqueia tem 90% de obstrução, numa estenose de grau 3. Foi feita uma traqueostomia para ela respirar”. Segundo os médicos, a obstrução pode seguir estável ou aumentar de uma hora para outra, o que aumenta as chances de Allana sofrer parada cardiorrespiratória, infecção, traqueíte ou pneumonia. Isso tudo pode levá-la a uma insuficiência respiratória. Segundo Dienifer, a única médica especializada na cirurgia que sua filha precisa atua no Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Ajuda Na Justiça, a família tenta fazer com que o plano de saúde da mãe a ressarcir os gastos. Mas, enquanto isso, faz uma vaquinha virtual e coloca o WhatsApp (11) 94293-9009 à disposição para arrecadar pouco mais de R\$ 300 mil o quanto antes – só a primeira operação custa R\$ 103,6 mil e as demais vêm acompanhada de gastos com medicação e exames. “Ela sofreu muito e ainda sofre. Não tem um dia que eu não chore, é muito sofrimento para uma criança”, diz Dienifer, que mesmo diante de tantas dificuldades mantém a esperança de ver a filha superar mais essa batalha.