[[legacy_image_157579]] As nove cidades da Baixada Santista chegaram a mais de 113 mil crianças que receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. A vacina pediátrica da Pfizer e o imunizante CoronaVac têm sido aplicadas em crianças de 5 a 11 anos. O total representa 66,53% da população vacinável nesta faixa etária na região. O percentual é um pouco inferior ao do Estado de São Paulo, que registra 69,93% crianças vacinadas, conforme dados do Vacinômetro. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em números absolutos, Praia Grande é a cidade que mais vacinou crianças até aqui, com 22.822 pessoas imunizadas. O número representa 69,16% da população entre 5 e 11 anos da Cidade. Santos e São Vicente aparecem na sequência, com 20.813 e 20.511 crianças vacinadas na faixa de 5 a 11 anos. Os números equivalem a 69,3% e 58,6% da população vacinável nessa faixa etária, respectivamente. Se levar em conta o percentual de munícipes vacinados, Mongaguá é o Município que mais imunizou as crianças até aqui. São 5.049 vacinas aplicadas para primeira dose, o que representa 97,61%. Itanhaém possui 8.283 crianças vacinadas com a primeira dose (88,35%). Já Bertioga e Peruíbe têm números semelhantes: 5.591 e 5.508 pessoas de 5 a 11 anos vacinadas, respectivamente - 78,91% e 78,68% da população vacinável nessa faixa etária. Guarujá tem 17.488 crianças imunizadas com a primeira dose (56%), enquanto Cubatão aplicou 7.262 vacinas relacionadas a primeira dose em crianças da Cidade, o que representa 58,42%. PrevençãoO diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Leonardo Weissmann, destaca a importância de focar na vacinação de crianças contra a covid-19, assim como já aconteceu com outros grupos. "Geralmente, a infecção causa quadros menos graves em crianças e adolescentes, mas ela também pode matar em muitos casos. A vacina previne contra formas graves, hospitalizações e óbitos. Não podemos aceitar que tantas crianças ainda morram por complicações da COVID-19, sendo que a doença pode ser prevenida por uma vacina segura e disponível gratuitamente", afirma Weissmann. Já a infectologista Elisabeth Dotti afirma que nota resistência por parte de alguns pais em vacinar os filhos. "Alguns pais estão criando resistência à vacinação por causa de um monte de fake news e informações truncadas. Isso é um atraso. É expôr o filho à doença. A gente vê criança pedir para ser vacinada e o pai e a mãe não quererem", comenta Elisabeth.