[[legacy_image_57945]] Ao contrário de alguns municípios do Estado, as cidades da Baixada Santista não têm apostado na chamada 'xepa da vacina'. As prefeituras da região explicam que, devido à organização que adotaram para a distribuição das doses contra a covid-19, não tem havido sobra. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Após aberto, cada tipo de vacina tem uma validade diferente. As doses de CoronaVac, por exemplo, devem ser aplicadas em um intervalo de até seis horas. Já as da Pfizer, em duas horas. E o imunizante de Oxford/AstraZeneca tem validade de até 48 horas após a abertura do frasco. Praia Grande disse que usa as doses excedentes de vacina em profissionais do setor de limpeza da Cidade, como coletores e garis, além dos agentes de trânsito e integrantes de serviços essenciais. São Vicente explicou que segue abaixando a faixa etária conforme as doses vão chegando, por isso não há xepa. Guarujá informou que também não tem sobra de vacinas. Em Cubatão, há uma diferença em armazenamento. O Serviço de Vigilância Epidemiológica mantém em um único ponto de vacinação, o do Parque Anilinas, as vacinas CoronaVac e Pfizer, cujos frascos apresentam a menor validade após abertos. Já a AstraZeneca é ofertada tanto no Anilinas quanto nas sete unidades de Saúde que realizam a imunização. Em Santos, para não haver desperdício de doses, os postos aguardam a chegada de pessoas em quantidade suficiente para abrir os frascos de CoronaVac ou da Pfizer. Caso isso não ocorra, é realizado agendamento para a imunização contra a covid-19. Mongaguá decidiu utilizar as sobras em pacientes acamados. Após a conclusão desse público, dará mais informações sobre a xepa. Para evitar desperdícios, as prefeituras de Peruíbe, Itanhaém e Bertioga vacinam por agendamento. Clique e saiba mais em ATribuna.com.br [[legacy_youtube_toROUCKzKDY]]