[[legacy_image_19080]] O governo do Estado de São Paulo já começou a mobilizar as prefeituras paulistas para a campanha de imunização contra a covid-19. Apesar de realizarem há anos campanhas robustas de vacinação, o desafio desta vez será de ampliar os postos de atendimento, evitando, assim, aglomerações e a disseminação do novo coronavírus. Clique e Assine A Tribuna por R\$ 1,90 e ganhe acesso ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em lojas, restaurantes e serviços! Nesta quarta-feira, em entrevista para A Tribuna, o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, afirmou que as tratativas com as cidades já iniciaram e que as primeiras orientações para a formatação de planos municipais foram dadas. Nesta quarta-feira, representantes do estado e de cidades, inclusive da Baixada Santista, debateram o assunto. “A vacinação se dará através dos municípios e suas redes de saúde e agentes. Portanto, esses pontos serão fundamentais para que a gente tenha uma vacinação de forma organizada”, disse Vinholi. Segundo ele, os municípios terão que ampliar seus postos de vacinação, mas garantiu que, para isso, o estado injetará recursos e também dará apoio técnico por meio da pasta que coordena e ainda da secretaria de Saúde. O secretário adiantou que no dia 6 de janeiro, às 11 horas, o governador João Doria (PSDB) realizará reuniões virtuaos com os prefeitos eleitos e reeleitos para definir detalhes do Plano estadual de vacinação e da atuação dos municípios. Na Baixada, as prefeituras afirmam que iniciaram reuniões e levantamentos, mas que definições, de fato, ainda dependem de orientações mais específicas do estado e da própria aprovação da vacina. Em Santos, por exemplo, desde o início da semana a secretaria municipal de Saúde está realizando reuniões entre os técnicos e representantes dos departamentos da pasta para definir estratégias. Nesta quarta, gestores do Departamento de Vigilância em Saúde (Devig) participaram de reunião com o governo do estado, mas a Administração informa que ainda não há confirmação de prazos e nem de logística. O número de postos de vacinação também será definido mais para frente, mas a previsão inicial é que ocorra na rede de Atenção Básica, formada por 32 policlínicas. Neste momento, o público prioritário em Santos, de acordo com as orientações do governo estadual, é formado por 24 mil trabalhadores de saúde e 80 mil idosos. Em Guarujá, a estimativa inicial é que na primeira fase da campanha, conforme as diretrizes estaduais, sejam vacinados 27.115 idosos e 10.701 profissionais da Saúde. Já São Vicente planeja vacinar, na etapa prioritária, 37.534 idosos e 8.717 profissionais da Saúde, além de 87 indígenas. As outras cidades não informaram esses dados.