[[legacy_image_147140]] Os 114 mil alunos matriculados na rede estadual da Baixada Santista retomam às aulas amanhã de forma 100% presencial e seguindo protocolos de saúde. Entre eles, a apresentação obrigatória da carteira de vacinação, comprovando a imunização contra o coronavírus. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a Secretaria Estadual de Educação, a não apresentação do comprovante não implica proibição de frequentar as aulas. No entanto, após 60 dias sem a entrega da carteirinha, a escola comunicará o fato às autoridades de saúde, ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Tutelar da cidade onde se localiza o colégio. De acordo com a diretora regional de Ensino em São Vicente, Regina Cátia Spada Gornicki, a ideia não é impedir que os alunos estudem. “Queremos, com isso (apresentação da carteirinha), ter um montante, saber quantos foram vacinados e quantos não foram”, diz ela, emendando que outros protocolos já costumeiros da pandemia, como uso de máscaras de álcool em gel, continuam válidos. Uma resolução publicada no Diário Oficial do Estado do último sábado determina que o responsável legal dos estudantes matriculados na rede pública estadual de ensino deverá apresentar o documento comprobatório de vacinação completa contra a covid-19 ou atestado médico que evidencie contraindi-cação para a vacinação contra essa doença. “É importante ressaltar que as escolas já exigem, na matricula, a carteira de vacinação. A novidade é que a família vai ter 60 dias para apresentar isso (a prova de imunização contra o coronavírus), e é importante dizer que a criança não vai ser impedida de entrar na escola”, reforça Regina. ConsequênciaEla afirma que este é um procedimento decorrente da pandemia. Regina admite que, antes das infecções por covid-19, por mais que fosse obrigatória a apresentação da carteira de vacinação, não era possível acompanhar, efetivamente, todos os casos de falta de vacinas, a não ser em casos extremos ou no caso de o aluno não ter tomado nenhuma vacina. “É uma novidade, mas é algo que necessita constar para proporcionar um ambiente mais tranquilo (em termos sanitários). Agora, com a covid, ficou mais evidente. De forma geral, os pais são responsáveis. (...) Agora, essa preocupação (com vacinas) ficou muito maior porque o procedimento de cobertura vacinal tem que ser realizado.”