[[legacy_image_215277]] Uma família passa por um drama à procura de sua cachorrinha, que desapareceu no último sábado (15), por volta das 14h20, na Rua Prefeita Spasia Bechelli Cecchi, na Vila Loty, em Itanhaém. Fiona é um pug idoso, de 18 anos, que possui algumas deficiências. Devido a idade, ela perdeu a visão e audição, além de sofrer com problemas cardíacos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A cadela fugiu quando seu dono, Fábio Marçal, de 44 anos, foi falar com pedreiros que trabalhavam em uma obra na casa. “Pela idade dela e pelas condições, ela passa praticamente o dia todo dormindo. E dorme com uma coberta. Quando deu horário de darmos algo para ela comer, levantamos a coberta e ela já não estava mais.” Desabafa Valeska Zorato Marçal, de 42 anos. A fuga da cachorrinha foi flagrada pela câmera de segurança do condomínio em que moram. (veja no vídeo abaixo) [[legacy_youtube_4u5jV7O1TQ0]] Quando perceberam o desaparecimento, os parentes reuniram-se com vizinhos para procurá-la pelas ruas, de carro e a pé. “Ficamos procurando até meia noite. Nós olhamos rua por rua. Conversamos com os vizinhos para ver câmeras e deixamos nossos números de telefones.” Conta a vendedora. O grupo recebeu ajuda da polícia metropolitana que, segundo Valeska, estava empenhada em ajudar. “Inclusive um deles nos ligou sábado a noite porque tinha um casal de cachorros nos bombeiros, eles nos mandaram a foto e não era. Infelizmente.” Com o intuito de divulgar o desaparecimento do animal de estimação, a família publicou o assunto em diversas páginas e grupos regionais de moradores. Valeska foi acionada com informações de que Fiona poderia estar perto de um contêiner, localizado a 500 metros da residência. “Fomos até lá, e o rapaz disse que viu mas achou que alguém tinha abandonado para morrer.” Lamenta a dona. A família segue desesperada porque o pet era amigo de um jovem com transtorno do espectro autista (TEA), que pode ter crises pela falta da pequena companheira. “Quando está um dia muito frio, por exemplo, ele pega ela e coloca no colo dele para aquecê-lo.” Conta Valeska sobre o apego do filho com a pug. [[legacy_image_215278]] “Ainda acreditamos no ser humano. Existem muitas pessoas boas, torcemos para que alguém tenha acolhido ela.” finaliza. Quem tiver alguma informação sobre a Fiona pode entrar em contato com a Valeska pelo telefone (11) 96539-8832.