[[legacy_image_218953]] As estradas que cortam a Baixada Santista foram liberadas no início da madrugada desta terça-feira (1). Elas haviam permanecido com bloqueios desde o início desta segunda-feira (31) e as barreiras aumentaram no início da noite, comprometendo, inclusive o acesso ao Porto de Santos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A Rodovia Anchieta registrou manifestações na altura do km 18, e no km 63, com bloqueio das pistas. Outras rodovias da região, como a Rio-Santos (na altura de Bertioga), e Cônego Domênico Rangoni também tiveram bloqueios. Por volta de 23h30, uma barreira foi montada na entrada de Santos, próximo ao viaduto do Bairro Alemoa, que leva ao Porto de Santos, na intenção de impedir o acesso. DesbloqueioDepois da determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, de que as estradas federais deveriam ser desbloqueadas, aos poucos o fluxo foi sendo normalizado.Segundo a CET-Santos e a Ecovias, concessionária que administra as rodovias da região, por volta de 1h desta terça-feira (1) havia apenas o fluxo da movimentação dos veículos, mas as estradas já estavam todas liberadas, assim como o acesso ao Porto de Santos. No BrasilOs bloqueios começaram a acontecer pelo país em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL), depois do resultado do segundo turno das eleições no último domingo (30), que teve a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante a segunda-feira, mais de 300 estradas foram bloqueadas, com 338 registros de protestos em 23 estados e no Distrito Federal. A maioria não permitia que nenhum veículo transitasse pela via. Já em outros, veículos de emergência ou até mesmo carros particulares não eram impedidos de trafegar. STFA decisão do ministro Alexandre de Moraes de desbloqueio imediato das estradas foi submetida a uma sessão virtual extraordinária para votação, e nos primeiros minutos da madrugada desta terça-feira (1), já havia se formado maioria favorável à decisão. Votaram, além dele, os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Gilmar Mendes e a ministra Cármen Lúcia. Os outros ministros têm até a meia-noite desta terça-feira (1) para votar.