[[legacy_image_204743]] O Sindicato dos Estatutários de Santos (Sindest) pretende dar um ultimato à Prefeitura nas negociações da campanha salarial, que devem terminar neste mês. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em assembleia marcada para dia 15, a diretoria proporá a declaração de estado de greve. Se aprovado, não seria uma paralisação, mas um indicativo de que, a qualquer momento, o funcionalismo cruzaria os braços. O mais recente encontro da categoria com a direção do sindicato foi na quinta-feira, quando o presidente do Sindest, Fábio Pimentel, esperava que o prefeito Rogério Santos (PSDB) tivesse enviado um ofício com avanços na proposta já apresentada: correção de 20% no vale-refeição e na cesta básica. Mas, segundo Pimentel, não veio. Naquela assembleia, deliberou-se que o órgão sindical peça uma mesa-redonda à Gerência Regional do Trabalho e Emprego (antiga DRT), do Ministério do Trabalho e Previdência. Se não tiver efeito, apelará ao Ministério Público do Trabalho, para forçar negociações. A diretoria do Sindest insistirá com o presidente da Câmara, Adilson Júnior (PP), e os demais 20 vereadores para que ajudem a convencer a Administração a sugerir condições melhores. Basicamente, deseja que se ofereça reajuste não apenas em benefícios, mas nos salários. Pimentel salienta que a despesa com servidores está em 41,8% da receita corrente líquida, abaixo do limite prudencial fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (51,3%).