É possível que cadastramento biométrico tenha sido obtido de órgãos externos. Se não, basta documento (Carlos Nogueira/ AT/ Arquivo) Na Baixada Santista, 83,2% dos 1,4 milhão de eleitores aptos a votar têm biometria cadastrada (cerca de 1,2 milhão). Mas quem ainda não fez a coleta biométrica também poderá votar nas eleições, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Os dados são do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A biometria é um mecanismo adicional de segurança, não obrigatório, para evitar que uma pessoa vote no lugar de outra. Quem não tiver a biometria será identificado por meio de documento oficial com foto. São aceitos RG, CNH, passaporte, carteira de trabalho e certificado de reservista. Também é possível usar o e-Título com foto. Para quem tem biometria cadastrada, a identidade será confirmada pela impressão digital armazenada no banco de dados da Justiça Eleitoral. No dia da votação, são permitidas até quatro tentativas de reconhecimento. Se a digital não for lida, o eleitor deverá mostrar um documento e responder a perguntas feitas pelo mesário para confirmar a identidade antes de votar. O prazo para a coleta biométrica terminou em 6 de maio. O cadastro eleitoral será retomado em 3 de novembro. Mesmo quem não fez a biometria pode tê-la cadastrada. Parte dos dados é importada de órgãos externos, como o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD), que emite RGs. A situação eleitoral e a existência de cadastro biométrico podem ser consultadas no Autoatendimento Eleitoral, na aba Consultas e na opção Situação do título. Basta informar o CPF ou o número do título. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando serão escolhidos os deputados estaduais, federais, senadores, governadores e presidente da República. O segundo turno, para governador e presidente, se necessário, será no dia 25.