[[legacy_image_167849]] Igrejas católicas da Baixada Santista realizam, neste domingo (10), celebrações do Domingo de Ramos, com missas e bênçãos. Segundo o pároco da Catedral de Santos, padre Claudenil Moraes da Silva, a data celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém, onde as pessoas o aclamavam, por exemplo, acenando com ramos. “É um símbolo de exultação, de reconhecimento de Jesus Cristo como rei e Senhor em nossa vida”. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O padre explica que, tradicionalmente, são usados os ramos de oliveira nas celebrações. Mas, como oliveiras não são comuns no Brasil, adotou-se no País o costume de usar outros tipos de plantas, como as palmeiras. Caso as pessoas não tenham ramos de palmeiras, elas acabam levando outros tipos de ramos e, até, pequenos ramalhetes de flores para serem abençoados. “O símbolo, neste dia, é exatamente levar para casa um ramo abençoado, na intenção de que Jesus não apenas entra em Jerusalém, mas também entre em nossa casa, nosso coração e nossa vida.” Uma curiosidade relembrada pelo padre é que os ramos abençoados ficam em casa até que chegue a Quarta-Feira de Cinzas do ano seguinte, quando são retirados e queimados. “No Domingo de Ramos, nos comprometemos ainda mais com Jesus Cristo a celebrar a semana maior. O Domingo de Ramos é também chamado de Domingo da Paixão de Nosso Senhor. Fora das igrejas, acontecem as bênçãos dos ramos, momento em que também se lê o Evangelho da alegria. Depois, entramos (na igreja) em uma procissão, a celebração acontece e, aí, vem um grande texto do evangelho, que conta a paixão de Nosso Senhor”, descreve o religioso.